Profissionais de saúde devem ficar atentos aos sinais de exaustão física e emocional

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Profissionais de saúde devem ficar atentos aos sinais de exaustão física e emocional


Especialistas alertam que sintomas como cansaço constante, irritabilidade e alterações no sono podem indicar sobrecarga



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Cuidar da saúde de outras pessoas exige responsabilidade, atenção e envolvimento emocional. Em ambientes hospitalares, onde o contato diário com dor, sofrimento e ansiedade faz parte da rotina, o desgaste físico e mental pode se acumular de forma silenciosa entre os profissionais de saúde.

No Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), o tema tem sido cada vez mais discutido entre colaboradores e especialistas em saúde mental. A preocupação é identificar precocemente sinais de exaustão e reforçar a importância do autocuidado.

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Sintomas que requerem atenção

De acordo com o psicólogo Luiz Henrique Teixeira, alguns sintomas merecem atenção.

“Cansaço constante, irritabilidade, dificuldade de concentração e alterações no sono são alguns dos indícios mais frequentes. Quando esses sintomas começam a se repetir no cotidiano, é importante parar e olhar para a própria saúde”, explica.

Além dos impactos emocionais, o corpo também pode apresentar sinais da sobrecarga prolongada. Dores musculares, fadiga persistente e mudanças no apetite estão entre as manifestações físicas mais comuns.

“O corpo responde ao excesso de tensão emocional e isso pode se agravar com o passar do tempo”, destaca o psicólogo.

Desafios

Segundo o especialista, um dos principais desafios é fazer com que os profissionais compreendam que o autocuidado também faz parte da assistência prestada aos pacientes.

“Muita gente se acostuma a colocar sempre o outro em primeiro lugar. Mas cuidar de si também faz parte desse cuidado”, afirma.

Entre as medidas que podem ajudar a reduzir a sobrecarga estão pequenas mudanças na rotina, como fazer pausas durante o expediente, dividir responsabilidades e buscar apoio emocional.

Compartilhar experiências com colegas e conversar sobre sentimentos também pode contribuir para aliviar a pressão do dia a dia. O psicólogo reforça ainda que, quando o sofrimento começa a afetar o desempenho profissional e a qualidade de vida, é importante procurar acompanhamento especializado.

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