O uso desses produtos aumenta durante o Carnaval e pode levar a sérios problemas oculares. Anvisa possui lista de marcas que tem autorização de vendas
Publicado em 18/02/2025 às 10:27
| Atualizado em 18/02/2025 às 15:13
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O uso de tranças faz parte da identidade cultural de mulheres negras e ao longo do tempo passou por ressignificações.
Atualmente, são usadas para questões políticas e de resistência, mas também de estética e moda, como no carnaval, onde o penteado é buscado pela beleza e praticidade.
No entanto, o uso das pomadas modeladoras tem gerado preocupações desde o carnaval de 2023, quando mais de 100 mulheres deram entrada na emergência da Fundação Altino Ventura (FAV) e do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope), no Recife, com relatos de dor e irritação nos olhos, pálpebras inchadas e dificuldade para enxergar.
O que havia em comum era o uso das pomadas modeladoras para penteados com tranças. No período, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso de todas as pomadas, mas após revisão, disponibilou lista das marcas autorizadas para comercialização e uso profissional.
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Risco para os olhos
Lesões na córnea, cegueira temporária e reações alérgicas são algumas das complicações que podem surgir. Os principais sintomas são:
- Ardência e coceira nos olhos;
- Vermelhidão intensa;
- Lacrimejamento excessivo;
- Sensibilidade à luz (fotofobia);
- Visão embaçada;
- Inchaço nas pálpebras;
- Dor ao piscar ou ao movimento ocular;
- Sensação de corpo estranho no olho.
O que acontece é uma conjuntivite química. “Em Carnavais anteriores, registramos muitos casos de lesões na córnea, com necessidade de medicação analgésica e até uso de lentes de contato para proteger os olhos da dor”, explica Catarina Ventura, oftalmologista do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV).
As principais recomendações de uso são:
- Evitar utilizar o produto em áreas da pele ou olhos irritadas;
- Manter o produto longe dos olhos;
- Se o produto entrar em contato com os olhos, enxaguar imediatamente com água corrente por pelo menos 15 minutos;
- Caso continue o incômodo, não coçar os olhos;
Profissionais devem procurar produtos liberados pela Anvisa
O uso de pomadas modeladoras tornou-se mais frequente nos últimos anos, especialmente com o impulso das redes sociais, que popularizaram técnicas de finalização capilar.
Alice Falcão, trancista há 10 anos e pesquisadora de cabelos negros contemporâneos na UFPE, destaca que a pomada modeladora se tornou um item comum entre os profissionais de cabelo, mas alerta para a necessidade de seu uso consciente.
Alice ressalta que existem alternativas, como ceras e géis. Contudo, a pomada é mais procurada pelo resultado que entrega.
“A gente quer oferecer para esses clientes uma trança muito bonita, finalizada, com esse cabelo todo camuflado, ‘guardadinho’ dentro do material para que ele não sofra fatores externos, como frio, sol intenso e, possivelmente, quebra de fios”, destaca a profissional.
Por isso, o ideal é buscar opções que sejam autorizadas, que está disponível no site da Anvisa, mas além disso, buscar alternativas que funcionem melhor com cada cliente, diante de conversa prévia e ficha de anamnese para identificar possíveis alergias.
Como verificar se a pomada modeladora é segura?
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) orienta que a segurança do produto pode ser verificada a partir de sua regularização junto à Anvisa.
Para isso, a recomendação é observar cuidadosamente o rótulo do produto. Cada cosmético é registrado com um número de processo junto à Anvisa, que começa com “25351” e segue o formato “25351.XXXXXX/20XX-YY”.
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