Os entregadores de aplicativos como iFood, Rappi e Uber Eats, que realizam a distribuição de produtos em centenas de cidades de todo o Brasil, anunciaram uma paralisação nacional marcada para a próxima segunda-feira (31) e terça-feira (1º).
O movimento, denominado “Breque Nacional dos Apps 2025”, já conta com adesão de trabalhadores de diversos estados, com uma série de demandas focadas em condições mais dignas de trabalho e em reajustes nas tarifas oferecidas pelas plataformas.
- Apenas 39% dos cargos de liderança no Brasil são ocupados por mulheres
- Rendas acima de R$ 50 mil poderão ser taxadas em até 10% no imposto de renda
-
Banco Central eleva para 70% a chance de inflação estourar teto da meta em 2025
Reivindicações
Entre os pontos centrais da paralisação, estão:
- Aumento da taxa mínima para R$ 10,00;
- Reajuste do valor por quilômetro rodado para R$ 2,50;
- Limitação das rotas de bicicleta a um máximo de 3 km;
- Pagamento integral da taxa por entrega, sem redução em pedidos agrupados por empresas como iFood.
Apoio
O movimento conta com o apoio da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), da Aliança Nacional dos Entregadores por Aplicativos (Anea) e da Associação dos Motoboys, Motogirls e Entregadores de Juiz de Fora (Ammejuf).
Nicolas Souza Santos, secretário da Ammejuf, tem sido uma das principais vozes do movimento. Ele representou a CSB em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado, onde destacou a falsa autonomia dos trabalhadores.
Segundo ele, os entregadores enfrentam dificuldades para estabelecer os preços de seus serviços, o que, para ele, fere o conceito de autonomia.
Banco Central eleva para 70% a chance de inflação estourar teto da meta em 2025 




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600867014.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)









/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)