Candidata à reeleição participou de um diálogo na UPE e apresentou compromissos para infraestrutura, assistência estudantil e hospitais universitários
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) afirmou, nesta quinta-feira (3), que a construção dos Restaurantes Universitários (RUs) da Universidade de Pernambuco (UPE) sairá do papel e prometeu a continuidade e ampliação dos investimentos na infraestrutura da instituição, incluindo os hospitais universitários.
A declaração foi dada durante o “Diálogo com os candidatos ao Governo de Pernambuco”, realizado na universidade, em meio a cobranças de estudantes por melhorias na assistência estudantil, nas unidades acadêmicas e na estrutura dos serviços de saúde.
Selecione um cargo e uma UF para buscar.
Ao responder sobre a demanda histórica pela criação dos restaurantes, Raquel afirmou que já determinou a elaboração dos projetos para a implantação das unidades, que deverão seguir modelos diferentes de acordo com as características de cada campus da UPE.
Segundo ela, a ausência de uma estrutura única entre os campi exige soluções específicas. A governadora também defendeu a ampliação do auxílio-alimentação como medida complementar à criação dos restaurantes.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Restaurante Universitário
“O Restaurante Universitário vai sair. Já determinei que se fizesse o projeto para a gente construir onde é possível construir, de forma modulada, de acordo com o tamanho de cada um dos campi que a gente tem”, declarou Raquel.
A candidata ressaltou que a política de assistência alimentar precisa alcançar, principalmente, os estudantes em situação de maior vulnerabilidade, para garantir condições de permanência na universidade.
“Como não há uma unidade única, são várias unidades e de espécies diferentes, as soluções serão diferentes para cada lugar. Ainda que seja um auxílio-alimentação que a gente ampliou muito, precisa ampliar mais, ou ter o próprio provimento do Restaurante Universitário”, afirmou.
Investimentos nos hospitais universitários
Ao tratar da UPE, Raquel também destacou os investimentos realizados pela gestão estadual na instituição e apontou a infraestrutura dos complexos hospitalares como uma das frentes prioritárias. De acordo com a governadora, cerca de R$ 200 milhões foram destinados à universidade ao longo dos últimos anos, incluindo ações de requalificação no Complexo Hospitalar do Oswaldo Cruz, no Procape e no Cisam.
Raquel citou ainda a construção de novas estruturas, a requalificação de campi e a ampliação da oferta de formação como parte de um projeto de fortalecimento da universidade pública estadual. Para um eventual segundo mandato, a candidata prometeu manter a agenda de investimentos e avançar na estruturação das carreiras dos servidores.
“A UPE é a Universidade de Pernambuco, pública, gratuita, de extrema qualidade e com capilaridade. Nosso dever é continuar garantindo os investimentos, estruturar as carreiras dos profissionais e assegurar que os restaurantes universitários funcionem, para que a universidade possa cumprir cada vez mais seu papel na formação e na produção de soluções para o Estado”, afirmou.
A candidata também apresentou o Inova UPE como uma das iniciativas voltadas à ampliação dos investimentos em pesquisa, ensino e extensão. Segundo ela, o programa integra um pacote de mais de R$ 1 bilhão destinado à área, dentro de uma estratégia mais ampla de investimentos em educação.
Críticas à infraestrutura das escolas
Durante o diálogo, Raquel também foi questionada sobre problemas estruturais na rede estadual de ensino e rebateu críticas relacionadas à demora para a execução de reformas. A governadora reconheceu que ainda existem escolas que precisam de intervenções, mas atribuiu parte da dificuldade à ausência de contratos de manutenção considerados robustos para atender toda a rede.
“Eu gostaria de já ter reformado todas as escolas, mas ainda não foi possível. E não foi por falta de decisão política minha. Estou tentando ter contratos robustos há muito tempo. Já fiz licitação, já fiz adesão à ata de registro e vou continuar batalhando, porque eu não desisto”, afirmou.
Raquel citou a dimensão da rede estadual para justificar a complexidade da manutenção. Segundo ela, são 1.083 escolas sob responsabilidade do governo. A candidata disse ainda que há R$ 400 milhões em discussão para o contrato de manutenção e que outros R$ 160 milhões estão previstos para ações de manutenção e reforma.
A governadora aproveitou a discussão para criticar adversários que, segundo ela, exploram politicamente problemas estruturais das unidades de ensino durante o período eleitoral. “Quando cai o teto de uma escola que eu já poderia ter reformado, vai para frente da escola e canta para deputado ou deputada, para dizer que o teto caiu, mas não diz por que eu não reformei a escola. Não diz por que eu não consegui reformar. Esse é um discurso fácil de quem está em tempo de eleição e poderia ter feito antes e não fez”, afirmou.
Ataques políticos
Raquel também voltou a mencionar a circulação de acusações contra sua família durante a campanha. Sem detalhar à qual se referia, a governadora afirmou que chegou a ser responsabilizada pela morte do marido, ocorrida no dia da eleição, e classificou o episódio como um sinal da deterioração do debate político.
“Eu estou aqui para debater Pernambuco e para construir Pernambuco. Aceito todas as críticas e cresço com elas. Agora, o jogo está tão bruto que, nesta semana, soltaram uma reportagem e agora estão dizendo que fui eu, dizendo que fui responsável por matar meu marido, que morreu no dia da eleição”, declarou.
A candidata afirmou que o caso está sendo tratado pela Polícia Federal e que os responsáveis deverão ser identificados. Em seguida, defendeu que a disputa eleitoral seja concentrada na discussão sobre propostas para o Estado.
“Eu não estou aqui para fazer fake news, não estou aqui para disseminar ódio, não estou aqui para separar as pessoas. Eu respeito o voto de todos e respeito o partido político de todos”, disse.
Segundo mandato
Ao justificar a candidatura à reeleição, Raquel afirmou que pretende dar continuidade às ações iniciadas durante a atual gestão e colocar Pernambuco novamente em uma posição de liderança regional. A governadora associou a continuidade dos investimentos em educação, saúde e infraestrutura à perspectiva de um novo ciclo de desenvolvimento no Estado.
“É por isso que sou candidata a governadora de novo: para que o trabalho que a gente começou não pare, avance. Para que Pernambuco possa, de fato, voltar à liderança do Nordeste brasileiro. Temos a chance de viver os melhores quatro anos da nossa história. E não é por exercício de retórica nem por demagogia. É porque Pernambuco está pronto para crescer”, afirmou.















