Como acontece todos os anos em sua tradicional mensagem “urbi et orbi”, pontífice argentino citou os principais conflitos e focos de tensão no planeta
Publicado em 25/12/2024 às 20:29
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

‘;
window.uolads.push({ id: “banner-970×250-1” });
}
O papa Francisco pediu nesta quarta-feira (25) para calar as armas e “superar as divisões”, em uma mensagem aos milhões de cristãos que celebram o Natal, mais uma vez ofuscado pelos conflitos em Gaza, na Ucrânia e outras regiões.
Como acontece todos os anos em sua tradicional mensagem “urbi et orbi” (à cidade e ao mundo), o pontífice argentino citou os principais conflitos e focos de tensão no planeta.
“Convido todas as pessoas (…) a tornarem-se peregrinos da esperança, a calarem as armas e a superarem as divisões”, afirmou diante de milhares de fiéis reunidos na praça de São Pedro do Vaticano.
‘;
window.uolads.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
Situação humanitária na Faixa de Gaza
Jorge Bergoglio, 88 anos, voltou a denunciar a situação humanitária na Faixa de Gaza. “Com os olhos postos no berço de Belém, dirijo o meu pensamento para as comunidades cristãs de Israel e da Palestina, em particular de Gaza, onde a situação humanitária é gravíssima. Haja um cessar-fogo, libertem-se os reféns e ajude-se a população esgotada por causa da fome e da guerra”, disse.
Na terça-feira, o pontífice deu início ao “Ano Santo” 2025 da Igreja Católica, para o qual são esperados mais de 30 milhões de peregrinos em Roma.
Durante a missa do Galo, o pontífice já havia pedido um pensamento para as “crianças metralhadas”, as “bombas sobre escolas e hospitais”, em alusão aos bombardeios de Israel em Gaza.
Papa Francisco recordou Haiti, Venezuela, Nicarágua e Colômbia
Francisco, que citou 18 países na mensagem “urbi et orbi”, também recordou o Haiti, a Venezuela, a Colômbia e a Nicarágua, entre outros. Ele pediu para que os países do continente americano, “na verdade e na justiça, encontrem o quanto antes soluções eficientes, para promover a harmonia social”.
O jesuíta também enviou uma mensagem à Ucrânia, que celebra pela segunda vez em sua história moderna o Natal no dia 25 de dezembro, e não em 7 de janeiro como no calendário juliano seguido pela Igreja Ortodoxa russa.
“Calem-se as armas na martirizada Ucrânia. Tenha-se a audácia de abrir a porta às negociações e aos gestos de diálogo e de encontro, para alcançar uma paz justa e duradoura”, afirmou o pontífice, poucas horas após a Rússia lançar mais de 70 mísseis contra o sistema de energia ucraniano.
Celebrações de Natal silenciosas na cidade de Belém
Em Belém, cidade da Cisjordânia ocupada e berço do cristianismo, as celebrações foram silenciosas.
Desde o início da guerra de Gaza, em outubro de 2023, Belém prescindiu da sua enorme árvore de Natal e das decorações que normalmente atraem os turistas, restando apenas algumas poucas luzes festivas.
“Este ano, limitamos a nossa alegria”, disse o prefeito de Belém, Anton Salman.
O patriarca latino de Jerusalém, Pierbattista Pizzaballa, contou a uma pequena multidão que acabara de retornar de Gaza, onde viu “tudo o que foi destruído, a pobreza, o desastre”.
“Mas também vi vida. Não se rendem. Assim, vocês tampouco devem se render”, completou.
Hisham Makhul, morador de Jerusalém, afirmou que passar o Natal na cidade santa representa uma “via de escape” da guerra entre Israel e Hamas, que devasta a Faixa de Gaza há mais de 14 meses.
“O que estamos vivendo é muito difícil e não podemos esquecer completamente”, declarou Makhul, em alusão ao território cercado.
O Ministério da Saúde do governo do Hamas em Gaza relatou nesta quarta-feira que 23 pessoas morreram nas últimas 24 horas no território palestino.
Cristãos que vivem em Gaza e na Síria
Quase 1.100 cristãos vivem em Gaza e centenas deles se reuniram em uma igreja para rezar pelo fim da guerra.
“Este Natal tem cheiro de morte e destruição”, disse George Al Sayegh, um deslocado palestino na Cidade de Gaza.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se dirigiu na terça-feira aos cristãos e agradeceu o apoio na luta de Israel contra as “forças do mal”.
Na Síria, onde Bashar al-Assad foi deposto em 8 de dezembro, as novas autoridades, dominadas por grupos islamistas, tentaram tranquilizar os cristãos, em um país maioria sunita.
“Não era algo evidente reunir-se nas atuais circunstâncias e rezar com alegria, mas, graças a Deus, fizemos isso”, afirmou Sarah, que compareceu à catedral ortodoxa de São Jorge em Damasco.





/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600867014.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)









/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)