Rio de Janeiro
Neguinho da Beija-Flor, 76, já viu de tudo: da infância marcada pelo chiqueiro de porcos em que morou em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ao posto de uma das vozes mais emblemáticas do Carnaval carioca. Agora, é a própria vida que ele assiste na tela, transformada em uma série de quatro episódios em que expõe, com a mesma sinceridade que marca sua trajetória, as dores e glórias de cinco décadas dedicadas ao samba.
Estamos com problemas para exibir o conteúdo do artigo. Ative o JavaScript nas configurações do seu navegador.
/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-papel-dobrado-com-desejo-2900770366.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-sofa-moderno-com-tecido-i-2901350506.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-taca-de-vidro-com-iogurte-2901106967.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-papel-dobrado-com-desejo-2900770366.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)




