Rio de Janeiro
Neguinho da Beija-Flor, 76, já viu de tudo: da infância marcada pelo chiqueiro de porcos em que morou em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ao posto de uma das vozes mais emblemáticas do Carnaval carioca. Agora, é a própria vida que ele assiste na tela, transformada em uma série de quatro episódios em que expõe, com a mesma sinceridade que marca sua trajetória, as dores e glórias de cinco décadas dedicadas ao samba.
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