Rio de Janeiro
Conversar com Nany People, 60, é uma experiência curiosa. Você começa falando sobre uma estreia teatral e, quando percebe, está ouvindo histórias sobre amizade, morte, televisão, preconceito, o Rio de Janeiro, Monteiro Lobato, o fim do Vai que Cola, do Multishow, a importância de estudar, a chatice das redes sociais e até a fita crepe, que, segundo ela, deveria ser “patrimônio da humanidade”.
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