MPPE denuncia cinco por assassinato de mergulhador em Petrolândia; dois vereadores são acusados

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MPPE denuncia cinco por assassinato de mergulhador em Petrolândia; dois vereadores são acusados



Promotoria aponta crime premeditado e diz que gabinete político deu suporte logístico ao homicídio ocorrido em janeiro, na cidade de Petrolândia

Por

JC


Publicado em 16/02/2026 às 12:15

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O Ministério Público de Pernambuco apresentou denúncia contra cinco pessoas pela morte do empresário e mergulhador Samyr Oliveira de Souza, atingido por disparos de arma de fogo no dia 13 de janeiro deste ano, em Petrolândia, no Sertão. Entre os denunciados estão dois vereadores do município.

De acordo com a acusação, o vereador Cristiano Lima dos Santos (PSB), conhecido como “Cristiano da Van”, teria efetuado os tiros. Já o presidente da Câmara Municipal, Erinaldo Alencar Fernandes (PSD), o “Dedé de França”, é apontado como responsável por dar sustentação intelectual, financeira e estrutural ao crime.

Samyr foi baleado em via pública enquanto trafegava pela Avenida Prefeito José Gomes de Avelar. Ele foi socorrido em estado grave e submetido a cirurgias no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, mas morreu nove dias depois, em 22 de janeiro.

Segundo a investigação, Cristiano teria seguido a vítima em uma motocicleta antes de atirar diversas vezes. A denúncia afirma ainda que o gabinete político de Erinaldo foi utilizado como ponto de apoio antes e depois do atentado, servindo como local de articulação e esconderijo.

No documento, o Ministério Público sustenta que o presidente da Câmara atuou como coautor ao assegurar as condições para a execução do crime. Entre as ações atribuídas a ele estão a disponibilização da motocicleta usada na perseguição e a eliminação de imagens de câmeras de segurança instaladas no escritório. Registros de monitoramento teriam flagrado a movimentação dos envolvidos nos momentos que antecederam e sucederam os disparos.

Sobre a motivação, a promotoria aponta que o homicídio teria sido motivado por conflitos ocorridos em um grupo de WhatsApp, envolvendo questões pessoais e conjugais. A razão foi admitida formalmente por Cristiano, segundo o MP, que classifica o caso como de motivo fútil.



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