Com taxa de desemprego em 8,3%, Estado registra queda significativa no contingente de pessoas sem trabalho, embora o rendimento médio siga estável
JC
Publicado em 14/08/2026 às 15:55
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O mercado de trabalho em Pernambuco apresentou um cenário de melhora no segundo trimestre de 2026, com uma redução significativa no número de pessoas desocupadas no Estado. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgado nesta sexta-feira (14), o contingente de desocupados caiu para 334 mil pessoas.
Esse número representa uma diminuição de 102 mil indivíduos em comparação ao mesmo período de 2025, o que equivale a uma queda expressiva de 23,3%. Quando confrontado com o primeiro trimestre de 2026, a redução também foi notável, registrando 42 mil pessoas a menos, uma retração de 11,2%.
Com esse movimento de queda, a taxa de desocupação no Estado recuou para 8,3%. Embora esse índice se mantenha acima da média nacional, que foi de 5,4% no mesmo período, o resultado pernambucano é 2 pontos percentuais inferior ao registrado no segundo trimestre de 2025. Em relação ao primeiro trimestre deste ano, contudo, o IBGE aponta que a variação na taxa não foi considerada estatisticamente significativa.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
O Estado conta atualmente com uma população em idade de trabalhar estimada em 7,7 milhões de pessoas, sendo que a população efetivamente ocupada é de 3,7 milhões. Esse cenário resulta em um nível de ocupação de 47,5%, indicando que menos da metade da população com 14 anos ou mais estava ocupada no período. No quesito rendimento, o valor médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 2.771.
Apesar de um histórico de crescimento nos últimos anos, o rendimento atual manteve-se tecnicamente estável, sem oscilações estatisticamente relevantes frente ao trimestre anterior ou ao mesmo período do ano passado.
A informalidade também apresentou mudanças. Enquanto o setor privado com carteira assinada manteve estabilidade com 1,1 milhão de ocupados, o segmento de empregados sem carteira assinada registrou 665 mil trabalhadores, uma queda de 13,4% em relação ao segundo trimestre de 2025, o que equivale a 102 mil pessoas a menos nessa categoria.
Outros indicadores sociais também refletiram o momento do mercado. A população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas totalizou 244 mil pessoas, com queda de 26,1% em relação ao ano anterior. O número de pessoas desalentadas, aquelas que desistiram de procurar emprego por descrédito no mercado, caiu para 189 mil, uma retração de 18,1% na comparação anual.
Por outro lado, o contingente de força de trabalho potencial que não se enquadra como desalentado foi de 143 mil pessoas, um leve aumento de 8,3% em relação ao trimestre anterior.
Ao considerar a população subutilizada total, que engloba desocupados, subocupados e a força de trabalho potencial, o estado totalizou 910 mil pessoas, apresentando uma queda de 20,9% em relação ao segundo trimestre de 2025














