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Luiz Inácio Lula da Silva pediu estudos ao Banco Central e ao Ministério da Fazenda para reduzir os juros do cartão de crédito – Foto Ricardo Stuckert01 PR.
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Depois dos estudos sobre a escala 6×1 e de uma solução para a remuneração dos motoristas de aplicativos, motociclistas transportando passageiros e entregadores vinculados às plataformas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu estudos ao Banco Central e ao Ministério da Fazenda para reduzir os juros do cartão de crédito.
Demorou. Afinal, os juros dos rotativos dos cartões de crédito estão acima de 400% desde o governo Bolsonaro e ele nunca se interessou pelo tema. Mas agora ele quer saber por que um juro do cartão de um mês são maiores que o da Selic ao ano quando aplicado ao crédito rotativo?
Ação justificada
A preocupação de Lula mesmo atrasada está mais do que justificada. Afinal houve aumento dos juros do cartão de crédito, especialmente no rotativo que subiu de 424,5% ao ano em janeiro para 435,9% em fevereiro último. E isso tem encarecido o crédito no país e pressionado o orçamento das famílias, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central.
Mas Lula não falou disso em abril de 2023 quando a taxa do rotativo do cartão de crédito na média era de 415,7% e ele não abordou o tema. Como não abordou em abril de 2024 quando estava em 423,4%. Nem em abril de 2025, quando ficou em 452,8%. Então dizer que está preocupado com o tema fica meio estranho. Por que será?
No Brasil, o número total de cartões de crédito ativos ultrapassou a marca de 243 milhões no primeiro semestre de 2025, – Divulgação
Taxas na Covid-19
A taxa de cartão de crédito no Brasil é uma dessas coisas que não têm explicação. Por exemplo, em abril de 2021, as taxas de juros do rotativo do cartão de crédito no Brasil mantiveram-se em níveis elevados na faixa de 345,55% quando, por força da pandemia do Covid-19, a Selic era de 2% ao ano.
Como dizem os analistas, cartões de crédito não são para serem rolados. Equivale a um cheque que é um título de crédito com vencimento à vista na hora da apresentação ao banco. Poucos países têm o instrumento do rotativo do cartão e ainda assim não operam as taxas do Brasil. O Brasil inventou o cartão de crédito parcelado que, segundo o BC, tem taxas médias de 202,2% depois de uma intervenção do próprio BC para dificultar a rolagem da dívida.
Juros elevados
O rotativo é acionado quando o consumidor não paga o valor total da fatura do cartão e entra automaticamente em uma linha de crédito com juros elevados. Com o encarecimento dessa modalidade, cresce o risco de endividamento e atraso nos pagamentos.
O problema do rotativo é que ele gerou uma atividade paralela no mercado financeiro onde empresas não bancárias entenderam de ter o seu cartão de crédito. Redes de varejo começaram a oferecer crédito, não apenas para compras de mercadorias, mas emprestando dinheiro mesmo.
Taxas de 1,000%
Quem se der ao trabalho de entrar no site do BC para saber as taxas do Cartão de crédito – rotativo total – prefixado verá que as 60 instituições que operam esse mercado estimado em R$ 700 bilhões segundo dados de fevereiro último cobram taxas que vão de 46,37%, ao ano., caso do BCO AGIBANK S.A. a 1.095,30 %, ao ano, que é caso do DM SCFI. Mas os pesos pesados não cobram taxas bem menores.
Caixa Econômica Federal (300,72%), Banco do Brasil S.A. (346,81%), Itaú Unibanco (384,47%), Bradesco (389,34%), Banco Inter (501,82%), Luizacred S.A. SCFI (553,99%) do Magalu e Midway S.A. – SCFI (798,37) que é da Riachuelo apenas para citar alguns.
Tabelamento não
Mas não se deve ter ilusões. Não dá para fazer com o rotativo do cartão de crédito o que foi feito com o cheque especial que em novembro de 2019, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tabelou os juros que até então eram a modalidade mais cara de crédito para as famílias e chegavam a 12,4% por mês, ou 305,9% ao ano e que foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal.
Como se sabe, em 2 de maio de 2021, o STF decidiu que a cobrança de tarifa pelos bancos apenas pela disponibilização de um limite maior para o cheque especial era inconstitucional. As instituições financeiras estavam autorizadas a fazer essa cobrança desde quando o governo Bolsonaro limitou os juros do cheque a 8% ao mês – ou 151,8% ao ano.
Paulo Guedes
Entretanto, a pressão do então ministro Paulo Guedes, do governo Bolsonaro, serviu para o mercado se ajustar. Hoje o Cheque Especial cobra na média – segundo o BC – 147,01% (números de fevereiro). Naturalmente com os bancos dando um aperto geral na concessão dessa modalidade de crédito.
E de certa forma talvez o caminho seja esse mesmo. Cortar o fornecimento de cartão de crédito ao consumidor não bancarizado. Na prática, uma parte dessas SCFI apostam no não pagamento da fatura do cartão para cobrar juros acima de 500%. Se o cliente pagar ao menos uma parte dos juros, o banco já está no lucro.
No Brasil a maior parte dos chamados Cartões de Loja (Private Label). – Divulgação
Cartão e água benta
Porque não faz sentido liberar cartão de crédito como se fosse água benta. Não é uma questão simples. Existem estudos que sugerem que uma pessoa só deve ter, no máximo, três cartões de crédito. Outro que exige renda de pelo menos três salários mínimos. Pode funcionar.
Mas o que ocorre hoje é que a indústria de cartões não tem muita informação sobre o seu cliente final. No Brasil, o número total de cartões de crédito ativos ultrapassou a marca de 243 milhões no primeiro semestre de 2025, a maior parte dos chamados Cartões de Loja (Private Label).
Mais informações
Então, quando o presidente Lula diz a auxiliares que ficou indignado com as taxas cobradas pelo cartão de crédito, talvez fosse melhor pedir informações sobre por que o Brasil hoje tem mais cartões de crédito que habitantes. Justamente a modalidade que mais coloca consumidores dos bancos de negativados como o Serasa e o SPC Brasil.
Lula sabe que o Desenrola não teve maior sucesso porque os devedores de cartões de crédito não conseguiram negociar o débito e sabe que o programa Crédito do Trabalhador não baixou as taxas de juros nos empréstimos de trabalhadores do setor privado garantidos pelo FGTS. O que nos leva a suspeitar que é mais uma medida como o fim da escala 6×1 e um regramento para operadores de serviços por aplicativos.
Reuniões do CARF têm cada vez mais julgamento de grandes valores. – Divulgação
CARF agora é teatro de brigas de bilhões
Contas de gigantes
Um levantamento da plataforma de inteligência jurídica Turivius revela uma mudança relevante no perfil do contencioso tributário federal brasileiro: os autos de infração acima de R$ 10 milhões dobraram no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) entre 2020 e 2026 e os valores em disputa já superam R$ 1 bilhão por ano.
São embates complexos, envolvendo grandes conglomerados e múltiplos tributos onde o ticket médio das autuações saltou de cerca de R$ 24 milhões (2020) para aproximadamente R$ 62 milhões (2024-2026), alta superior a 150%. Atualmente mais de 25% dos autos analisados já atingem ou superam R$1 bilhão e concentram mais da metade do valor econômico total em disputa.
Operação Concierge
A Receita Federal começou a notificar e multar as instituições financeiras e fintechs por suposto atraso na entrega da e-Financeira referente a períodos anteriores a 2025. As autuações atingem empresas como Sociedades de Crédito Direto (SDC), Sociedades de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte (SCMEPP), Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (SCFI) e Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP).
A exigência da e-Financeira é de 28 de agosto de 2025 quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Concierge que investigou o núcleo formado por duas fintechs atuantes na área bancária/financeira operadas pelos seus sócios ostensivos e ocultos.
Consumo de cimento
Uma parceria da Cooperativa da Construção de Pernambuco (CPPE) com a Supermix Concreto no valor de R$ 14,2 milhões se junta às que já foram feitas como a Cimento Nacional (R$ 11,5 mi), Otis (R$ 8,7 mi), Comafer (R$ 7,9 mi) e Saint-Gobain (R$ 4,2 mi). Os números reforçam o peso estratégico da entidade na negociação de grandes volumes para o setor imobiliário.
Colombas Bauducco 10 milhões de unidades em 2026. – Divulgação
Colombas Bauducco
A Bauducco® estima comercializar mais de 10 milhões de unidades de Colomba no período, consolidando o produto como um dos principais vetores da sazonalidade. As categorias de Colombas e Chocobakery, com Bauducco® Choco Biscuit, devem avançar acima de 12%, puxando o desempenho da empresa na data. O movimento integra uma estratégia que conecta tradição, inovação de portfólio e experiências Premium. A Bauducco® foi a introdutora da Colombas no Brasil.
Maturidade digital
Pernambuco está na 7ª colocação nacional e em termos de grau de maturidade digital no Índice da Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC). O estado somou 159,5 pontos no levantamento 2025 do Ranking de Competitividade dos Estados, do CLP – Centro de Liderança Pública, resultado das ações coordenadas da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI-PE) e da Secretaria de Transformação Digital da Secretaria de Administração.
Tambaú na Paixão
Pelo quarto ano consecutivo, a Tambaú Alimentos patrocina a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Liderada pelo empresário Hugo Gonçalves ele é uma das indústrias alimentícias mais tradicionais do Nordeste, com mais de 60 anos de atuação e produz mais de 120 itens entre atomatados, catchup, conservas, doces, derivados de coco e condimentos, distribuídos para o varejo, atacado e food service. Com destaque para catchup, que, segundo pesquisas da Scanntech, é o mais consumido no Nordeste há 10 anos consecutivos.
Leilão do estado
Na próxima segunda-feira (6) tem o 3º Leilão de Bens Móveis de 2026 da Secretaria de Administração do Estado. O certame disponibiliza motocicletas, carros e caminhões, além de sucatas de informática, eletrodomésticos, mobiliário e de outros materiais. Com 60 lotes e expectativa de arrecadação de R$ 142.760,00, o certame online será realizado no próximo dia 6, às 9h30, por meio do endereço www.aragaoleiloes.com.br .
Natura Inovação
A Natura foi destaque no 9º Prêmio Nacional de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao vencer duas categorias: Lei do Bem e Pesquisadores Inovadores. Ele é a única empresa a ser premiada em todas as edições do evento e convidada como Hors Concours (referência absoluta na categoria) em 2021.
Ela já emprega mais de 500 pesquisadores envolvidos em projetos de complexidade em soluções inovadoras de impacto para o mercado nacional.
Vale do Catimbau tem proposta é estruturar a reserva a partir de um conjunto de ações integradas pelo Sebrae – Divulgação
Vale do Catimbau
O Sebrae Nacional e o Sebrae/PE vão investir R$ 4 milhões em um projeto de desenvolvimento do turismo no Parque Nacional do Catimbau, conhecido como Vale do Catimbau. A proposta é estruturar a reserva a partir de um conjunto de ações integradas, como consultorias especializadas, qualificação em gastronomia e articulação institucional. O projeto começa no próximo mês de maio e segue até 2027. O lançamento será na próxima quinta-feira (26), em Buíque.