A permanência na memória coletiva de dois dos maiores líderes de Pernambuco e o vácuo deixado na política estadual
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Política: o dia 3 de agosto marca uma data de profunda reflexão em Pernambuco, lembrando a partida de dois de seus maiores expoentes políticos: Miguel Arraes e Eduardo Campos. Avô e neto, ambos ex-governadores do estado, faleceram no mesmo dia, com quase uma década de diferença, mas deixando um legado de honra à política e ao povo pernambucano.
A questão que se impõe é: o que explica a permanência de suas figuras na memória coletiva, mesmo após 20 anos sem Arraes e 11 sem Eduardo? O cientista político Hely Ferreira, em entrevista, aborda essa questão, destacando os fatores que mantêm viva a lembrança desses líderes.
Ouça o contéudo original em áudio
Listen to Legado imortal: Arraes e Eduardo Campos permanecem vivos na memória de Pernambuco anos após suas partidas byRádio Jornal on hearthis.at
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A permanência de um legado e o fator mito
Segundo o professor Hely Ferreira, a explicação para essa longevidade na memória é multifacetada. Para Miguel Arraes, a razão é clara: ele é considerado um “mito”. “Mito, ele nunca morre, ele permanece vivo no imaginário popular”, afirma Ferreira. Ao longo dos anos, a ideia de Arraes como um mito foi construída na política nacional e, em especial, em Pernambuco, garantindo que seu legado permaneça vivo e seja reconhecido até mesmo por aqueles que não o admiravam.
Já a permanência de Eduardo Campos na memória coletiva é atribuída a dois fatores cruciais. Primeiramente, sua morte foi “muito trágica”, decorrente de um acidente aéreo que gerou uma “comoção” generalizada na época. Em segundo lugar, Eduardo era um político com uma “visão desenvolvimentista” e em plena ascensão, buscando “cada vez mais um espaço nacional”.
Sua partida ocorreu “talvez vivendo o melhor momento de sua vida pública”, solidificando sua imagem como alguém que foi uma espécie de “desbravador” no estado de Pernambuco.
O impacto da ausência na política atual de Pernambuco
A ausência dessas lideranças é um ponto sensível na atual política pernambucana, conforme avalia o professor Hely Ferreira. “Sente sim, há uma lacuna na política pernambucana, principalmente quando Eduardo morreu”, afirma. Apesar de Pernambuco sempre ter tido políticos importantes no cenário nacional, a figura de Eduardo “representava muito para o estado”.
O cientista político ressalta que “existe uma lacuna até hoje aqui no estado com a morte repentina do Eduardo Campos”. A perda súbita de Eduardo, em particular, deixou um vácuo difícil de ser preenchido na cena política estadual.
*Texto gerado com auxílio da IA a partir de uma fonte autoral da Rádio Jornal.


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