K-cultura: Como é a loja com produtos oficiais do Blackpink, grupo de k-pop, em SP

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K-cultura: Como é a loja com produtos oficiais do Blackpink, grupo de k-pop, em SP


Fãs do Blackpink terão a chance de comprar em São Paulo produtos oficiais do maior grupo feminino do k-pop atualmente. A pop-up “Deadline” abre as portas neste sábado (30), no Bom Retiro, e funcionará por dois meses com cerca de cem itens à venda.

A loja temporária é inaugurada em parceria com a YG Entertainment, a gravadora do quarteto. O espaço ocupa dois andares de um prédio no bairro no centro da cidade. No térreo, será organizada a fila. A entrada é por ordem de chegada. Os fãs recebem uma senha e aguardam ser chamados. O acesso é liberado aos poucos, conforme outros saem.

A decoração é inspirada em “Deadline”, EP lançado em fevereiro após a turnê mundial homônima do grupo, que lotou estádios por diferentes países –mas ignorou o Brasil. Fotos de Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa estampam as paredes. Preto e rosa, cores símbolo do Blackpink, compõem todo o ambiente, até a iluminação.

Uma área com pufes, espelho e um mural com foto das integrantes serve de cenário instagramável. Músicas do grupo compõem a trilha sonora e clipes são exibidos em TVs no caixa. Os Blinks, como são chamados seus fãs, podem escrever mensagens com giz em um mural.

O catálogo lista 115 produtos, a maioria nas cores rosa e preto. Os mais desejados devem ser o álbum “Deadline” —disponível em quatro versões, de R$ 149 a R$ 289— e o Blink Bong, lightstick (tipo de bastão de luz) no formato de um martelo de corações, por R$ 489.

Os preços vão de R$ 89 a R$ 999. O item mais barato é uma roupa para colocar em chaveiros de animais de pelúcia, com cada personagem representando uma cantora, por R$ 89. O chaveiro custa mais R$ 239.

O mais caro é um moletom, no valor de R$ 999, disponível nas cores rosa, preto e cinza-chumbo. Outros itens disponíveis incluem boné (R$ 389), bolsa tote (R$ 319), pulseira (R$ 299), necessaire (de R$ 199 a R$ 269), almofada (R$ 429) e chaveiros diversos.

Para comprar, o visitante marca os itens desejados num catálogo e se dirige ao caixa. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito (com parcelamento em até 12 vezes), cartão de débito e Pix. O limite de unidades por pessoa pode variar de acordo com o estoque. Nas compras acima de R$ 300, o fã ganha um cartão-postal do Blackpink –sujeito à disponibilidade.

Todos os itens foram importados da Coreia do Sul. Merchandises de k-pop geralmente não são vendidas no Brasil, e fãs precisam importá-las de outros países, o que as encarece.

Sam Lee, responsável por trazer a pop-up, afirma que não haverá reposição de produtos esgotados, mas avalia mudar de estratégia a depender da demanda. Ele espera receber 20 mil visitantes durante o funcionamento do espaço, aberto todos os dias até 26 de julho.

“Deadline” surge após quase um ano da pop-up oficial do BTS, trazida à capital paulista pela gravadora da boyband, a Hybe. A ativação gerou filas, teve produtos esgotados em um dia e reclamações de clientes sobre atraso na entrega de encomendas.


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