O montante representa um adicional de R$ 22,1 bilhões frente ao relatório do primeiro bimestre, no qual havia sido bloqueado R$ 1,6 bilhão
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O governo congelou R$ 23,7 bilhões em despesas do Orçamento de 2026, conforme o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do segundo bimestre, divulgado nesta sexta-feira, 22, pelos Ministérios do Planejamento e da Fazenda.
Ao todo, R$ 23,7 bilhões foram bloqueados para cumprir o limite de crescimento das despesas previsto no arcabouço fiscal. O montante representa um adicional de R$ 22,1 bilhões frente ao relatório do primeiro bimestre, no qual havia sido bloqueado R$ 1,6 bilhão.
META FISCAL
Não há contingenciamento de recursos para atingir a meta fiscal de 2026. O alvo é um superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), com tolerância de 0,25 ponto para mais ou para menos.
O governo aumentou a estimativa de superávit primário de 2026, já considerando as exceções para o cumprimento da meta, de R$ 3,5 bilhões para R$ 4,1 bilhões. Sem deduzir R$ 64,4 bilhões de exceções, o resultado esperado para o ano é negativo em R$ 60,3 bilhões.













