Mais do que abrir novas portas, é preciso construir negócios sólidos, com visão de longo prazo e práticas de governança eficientes
BRUNO CUNHA
Publicado em 14/09/2025 às 22:39
| Atualizado em 15/09/2025 às 0:23
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Por que tantas empresas abrem — e fecham — em tão pouco tempo? Segundo o IBGE (Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, 2023), cerca de 21% das empresas brasileiras encerram suas atividades ainda no primeiro ano, e aproximadamente 50% não sobrevivem mais de cinco anos. Em Pernambuco, esse cenário se repete, mesmo diante do crescimento no número de empresas abertas. Mas por que tantas fecham as portas tão cedo?
Esse contexto nos mostra a urgência de repensar a forma como a gestão empresarial é conduzida no Estado. Mais do que abrir novas portas, é preciso construir negócios sólidos, com visão de longo prazo e práticas de governança eficientes, capazes de resistir aos primeiros anos — que são sempre os mais desafiadores. Esse é um ponto fundamental para o desenvolvimento econômico local: sem maturidade na gestão, não há crescimento sustentável. Vem comigo e vamos aprofundar esse tema!
A realidade das empresas e os desafios da sobrevivência
O Conselho Regional de Administração (CRA/PE), pautado na Lei nº 4.769/65, Resoluções CFA (áreas de atuação do Administrador), lançou um alerta contundente: a baixa presença de Administradores habilitados em cargos estratégicos, tanto em empresas privadas quanto em órgãos públicos, representa um risco sistêmico. Em um mercado cada vez mais complexo e competitivo, a ausência desses profissionais compromete a eficiência, a inovação e a perenidade dos negócios. Valorizar o Administrador é, portanto, uma forma de blindar a economia contra a alta taxa de mortalidade empresarial e preparar Pernambuco para os desafios da nova economia.
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Mais do que nunca, o Estado precisa de profissionais capacitados, capazes de compreender a complexidade da gestão contemporânea e conduzir organizações com visão estratégica, ética e competência técnica. Somente com gestores qualificados será possível transformar fragilidades em oportunidades e garantir um desenvolvimento sustentável para Pernambuco.
O começo da sustentabilidade empresarial
No último dia 04 de setembro de 2025, durante a Plenária da JUCEPE com a participação do CRA/PE por meio da Comissão Especial de Gestão de Pessoas, o presidente João Batista destacou a necessidade de ampliar o papel da Junta Comercial, que historicamente esteve voltada ao registro e à formalização de empresas, para também atuar como agente de fortalecimento da gestão empresarial. Ele reforçou que, diante do cenário atual de elevada taxa de mortalidade dos negócios, é fundamental que a JUCEPE participe ativamente do processo de consolidação das empresas, apoiando práticas que estimulem eficiência, inovação e governança.
Nesse sentido, João Batista ressaltou que a atuação da Junta deve ir além da mensuração de abertura de novos negócios. O desafio agora é incorporar indicadores de sustentabilidade empresarial como eixo estratégico para a economia estadual, permitindo identificar riscos, orientar políticas públicas e apoiar gestores na tomada de decisões mais assertivas. A proposta sinaliza uma visão de futuro em que a abertura de empresas não seja apenas um número estatístico, mas o início de trajetórias sólidas, sustentáveis e capazes de contribuir de forma duradoura para o desenvolvimento de Pernambuco.
A solução é medição: IMG – Índice de Maturidade de Gestão
Na Plenária o CRA/PE por meio da Comissão Especial de Gestão de Pessoas, realizou a palestra “O Futuro da Gestão no Estado de Pernambuco: Como Antecipar Tendências e Proteger o seu Negócio”, conduzida pelo Adm. Bruno Cunha, Coordenador da Comissão, que apresentou o Índice de Maturidade de Gestão (IMG) — metodologia criada que avalia, com critérios objetivos, o nível de desenvolvimento organizacional das empresas pernambucanas, possibilitando aos empresários validar suas práticas de gestão e identificar seu grau real de maturidade, reforçando uma mensagem clara: sem gestão profissional, não há crescimento sustentável.
A iniciativa busca equipar gratuitamente gestores com dados estratégicos e diagnósticos precisos para orientar decisões, reduzir riscos e promover a sustentabilidade dos negócios. Mais do que uma metodologia, o IMG representa um marco na articulação entre regulação profissional e desenvolvimento empresarial, fortalecendo a competitividade e a longevidade das organizações em Pernambuco.
Lideranças reunidas em prol do desenvolvimento
A plenária contou com a presença de importantes lideranças do ecossistema econômico e representantes de setores estratégicos do Estado, além de nomes de destaque da administração. Entre eles estavam João Batista, Presidente da JUCEPE, entidades com assento na JUCEPE: FIEPE, FECOMÉRCIO, FEAGRO, FETRACAN, FETRACAL, FEMICRO, SESCAP, ACP, CORECON, CRC, OAB, GOVERNO FEDERALe GOVERNO ESTADUAL erepresentantes do CRA/PE: Adriana Rodrigues, Conselheira Federal, Jefferson Henrique, Vice-Presidente, e Heverton Rodrigo, Diretor de Fiscalização e Bruno Cunha, Coordenador da Comissão de Gestão de Pessoas.
Também estiveram presentes integrantes da Comissão, fortalecendo a representatividade institucional. Participaram a Mônica Queiroz, Coordenadora Nacional de Pós-Graduação do Grupo Ser Educacional, e Fabiana Lima, Gerente de Planejamento da ADEPE, ambas reforçando a relevância da integração entre a academia, os órgãos de fomento e a prática da gestão empresarial.
JUCEPE reforça apoio à iniciativa
Durante o encontro, foram destacados três pontos centrais: a aplicação do IMG – Índice de Maturidade de Gestão, consolidando análises por segmento, porte e tempo de vida das empresas, apresentação dos relatórios periódicos à JUCEPE sobre os resultados obtidos e a discussão de estratégias práticas para fortalecer a governança empresarial e reduzir os riscos de mortalidade dos negócios. Esses temas reforçaram a importância da gestão profissional como base para a longevidade e competitividade das empresas.
A JUCEPE manifestou apoio à iniciativa, reconhecendo que a sustentabilidade econômica do Estado depende da profissionalização da gestão. A colaboração do CRA/PE demonstra que o fortalecimento empresarial exige protagonismo técnico, articulação institucional e visão de futuro, elementos indispensáveis para preparar Pernambuco diante dos desafios da nova economia.
Gestão Profissional: pilar da sustentabilidade econômica
A proposta apresentada pelo CRA/PE é ousada e estratégica: mapear o nível de maturidade de gestão das empresas por setor econômico, gerando inteligência capaz de orientar políticas públicas, decisões empresariais e programas de desenvolvimento. O objetivo é claro — maximizar a transformação da realidade empresarial pernambucana, pois crescimento sem maturidade é apenas um risco disfarçado. É a gestão profissional que transforma empresas frágeis em negócios sólidos, inovadores e sustentáveis ao longo do tempo.
Se você é gestor, empreendedor ou autoridade pública, conheça o Índice de Maturidade de Gestão (IMG) e descubra como essa ferramenta pode potencializar os resultados da sua organização e fortalecer a economia do nosso Estado. O CRA/PE lançará gratuitamente a próxima rodada de avaliação de maturidade de gestão. Entre em contato e faça parte dessa transformação através do e-mail: cegpe@crape.org.br



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