Mesmo em férias, Haddad acompanha com atenção e preocupação a investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a liquidação extrajudicial
Estadão Conteúdo
Publicado em 09/01/2026 às 18:29
| Atualizado em 09/01/2026 às 18:29
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, telefonou para o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para agradecer o apoio de ambos em relação ao caso Master, conforme apurou a reportagem. Na quarta-feira (7) o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) registrou que, mesmo em férias, Haddad acompanha com atenção e preocupação a investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master pelo BC.
O ministro teria conversado com o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, para entender a situação do processo. Na semana que vem, há expectativa de uma reunião entre Galípolo, Haddad, Vital e Jhonatan de Jesus, o relator do caso na Corte de Contas.
Fontes ligadas ao Palácio do Planalto afirmam que o presidente Lula também está atento ao desenrolar do processo.
O receio é que uma possível reviravolta na liquidação do Master resulte em instabilidade no mercado financeiro no início do ano eleitoral.
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A investigação foi deflagrada pelo ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso, que chegou a determinar uma inspeção no BC para apurar os passos que levaram à liquidação.
A inspeção, no entanto, está parada devido a um recurso da autoridade monetária. O ministro pediu que a inspeção seja analisada pelo plenário do TCU, que só volta de recesso na sexta-feira, dia 16.
Em entrevista nesta sexta-feira, 9, o presidente do TCU afirmou que não é papel da Corte de Contas eventual tentativa de reversão da liquidação Master. Ao SBT News, ele disse, contudo, que há competência do Tribunal para a fiscalização do processo e da atuação do BC na questão.
“TCU concluirá que BC teve toda razão em liquidar o Banco Master”
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, avaliou que o caminho conclusivo da fiscalização da Corte sobre a atuação do Banco Central (BC) no caso Master deve apontar para a legalidade da atuação da autarquia monetária. Apesar disso, ele ressaltou que o TCU precisa cumprir o seu papel fiscalizatório, em andamento. Ele concedeu entrevista para a Globonews.
“Eu imagino que esse processo será rápido, porque o que nós vamos ver é que o Banco Central tem toda a razão de ter liquidado o banco Master, como faz qualquer agência reguladora”, disse durante a entrevista. Em novembro de 2025 o BC decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira.
Uma reunião de Vital do Rêgo Filho com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está marcada para às 14h de segunda-feira (12). O encontro será na sede do BC. A movimentação do tema provocou críticas sobre atuação do TCU no caso, com questionamentos sobre os limites da Corte de Contas no processo. Na entrevista desta sexta, o presidente do TCU buscou esclarecer a competência do Tribunal na questão.
Ele mencionou o interesse público da questão, já que os atos do Banco Master, identificados pelo BC, podem prejudicar milhares de pessoas. Algumas prefeituras e governo estaduais também haviam feito aportes. “Vamos cumprir o nosso papel administrativo”, afirmou Vital do Rêgo.





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