Evento contará com quatro dias, tendo abertura gratuita e noites temáticas dividas em rock, pop e samba; ingressos custam a partir de R$ 80
Publicado em 16/01/2025 às 15:26
| Atualizado em 16/01/2025 às 15:37
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Recife será a primeira cidade a receber o Festival Clássicos do Brasil fora do Rio de Janeiro, onde o evento já teve duas edições.
Realizado de 10 a 13 de abril, no Classic Hall, em Olinda, o festival tem patrocínio da Petrobrás e contará com noites temáticas dividas em rock, pop e samba. As atrações são:
- Raimundos, Charlie Brown Jr. e Marcelo Falcão (sexta-feira, 11/01)
- Os Paralamas do Sucesso, Vanessa da Mata e Samuel Rosa (quinta-feira, 12/01)
- Alcione, Maria Rita e Diogo Nogueira (sexta-feira, 13/01)
O dia de abertura, a quinta-feira (10/01), será gratuito, com shows de SpokFrevo Orquestra e Academia da Berlinda.
Também haverá cortejos de maracatu e frevo antes do shows nos dias 11, 12 e 13, com o Cambinda Brasileira, de Nazaré da Mata, Orquestra de Frevo do Babá e grupo Frevo Recife.
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Preços
Os ingressos para o 3º Festival Clássicos do Brasil custam entre R$ 80 e R$ 300, com início das vendas em 21 de janeiro. A vendas ocorrem no site classicosdobrasilfestival.com.br. Confira:
- Pré-venda de 21 a 24 de janeiro:
Pista: R$ 80 (meia) e R$ 160 (inteira)
Premium: R$ 120 (meia) e R$ 240 (inteira)
- 1º lote a partir de 25 de janeiro:
Pista: R$ 100 (meia) e R$ 200 (inteira)
Premium: R$ 150 (meia) e R$ 300 (inteira)
Descentralização
De acordo com o produtor do evento, Peck Mecenas, essa primeira “saída” do festival do Rio de Janeiro surgiu após uma conversa com a ministra da cultura Margareth Menezes, que sugeriu a descentralização da cultura para além do Sudeste.

Imagem do Festival Clássicos do Brasil, que vem ao Recife, durante realização no Rio de Janeiro – DIEGO PADILHA/DIVULGAÇÃO
“Escolhemos Recife para ser a primeira cidade a receber o projeto por manter essa cultura tão diversa e por reunir artistas que têm obras atemporais”, disse o Peck, em coletiva realizada virtual nesta quinta-feira (16).
“Remodelamos o programa da Petrobrás Cultural e dentro do nosso estudo criamos um eixo temático para contemplar a nossa estratégia de presença com festivais e festas populares. O Clássicos chega conversando diretamente com isso”, diz Alessandra Teixeira, Gerente de Patrocínios da Petrobrás.
Cancelamentos
O produtor ainda comentou sobre a recente onda de cancelamentos de festivais, citando o recente caso do Abril Pro Rock, evento tradicional do Recife. “Lamento muito que isso tenha ocorrido, pois esse foi o festival que lançou o Los Hermanos para o Brasil”, disse.
“Nunca precisei cancelar um festival. Acho que é fundamental para a cultura que o festival tenha um planejamento, colocando o projeto embaixo do braço e apresentando para empresas o fomentarem. Isso dá uma segurança para o produtor, pro artista e pro público”.
No ano de 2024, o Recife viu o cancelamento de festivais como Wehoo, Guaiamum Treloso, Recife Trap e Rock Remembers.
Peck analisa que esses ocorridos são “ruins para o mercado”. “Quando uma produtora anuncia, coloca ingresso à venda, mas cancela por algum motivo, gera uma insegurança para o mercado”, diz.
“Digo para colegas que só coloquem um festival na rua quando tiver certeza de que ele pode ocorrer com segurança”, diz.
‘Festivais sumiram’
Na conversa, Vanessa da Mata relembrou que existiam muitos festivais de música brasileira, na mesma linha do “Clássicos”, nas décadas de 1980 e 1990. “Esses eventos foram acabando, de forma impressionante, nos anos 2010. Os vi sumindo.”
“Temos um senso de que o internacional é mais difícil de se ver, é mais bem feito, talvez por não sabermos direito o que o inglês diz”, continua. “Acho o ‘Clássicos’ uma ideia sensacional. Estarei divulgando o meu novo disco, então será um show completamente novo.”
‘Amo o Recife’
O sambista Diogo Nogueira, que também esteve na coletiva, antecipou que irá cantar clássicos de Beth Carvalho, Arlindo Cruz, além de repertório autoral.
“Quando passei a fazer show pelo Brasil, sempre cantei a canção ‘Pelas Ruas do Recife’, do Marcos Valle, pois senti que deveria homenagear esse povo tão rico, tão lindo. Eu amo o Recife.”
‘Herança recifense’
Digão, da banda Raimundos, que toca na noite do rock, relembrou que o grupo acabou sendo classificado com manguebeat no começo da carreira, nos anos 1990.
“Era uma confusão, mas sempre achei maravilhoso. Temos influência do rock do Ramones e do forró do Zé Nilton. O repente dá uma cara muito legal para qualquer coisa, então só tenho a agradecer essa herança do Recife. Também estivemos no Abril Pro Rock.”
SERVIÇO
Festival Clássicos do Brasil
Quando: De 10 a 13 de abril de 2025
Onde: Classic Hall (Av. Gov. Agamenon Magalhães, S/N – Salgadinho, Olinda)
Quanto: de R$ 80 a R$ 300, à venda no classicosdobrasilfestival.com.br.

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