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Pernambucano teria tentado expedir passaporte para tirar Mauro Cid do país, segundo apontou investigação da Polícia Federal na última terça-feira
JC
Publicado em 13/06/2025 às 9:56
| Atualizado em 13/06/2025 às 10:51
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O ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro, o pernambucano Gilson Machado, foi preso na manhã desta sexta-feira (13) pela Polícia Federal, no Recife.
A informação foi revelada pela jornalista Andreia Sadi, do g1. De acordo com a reportagem, a prisão foi confirmada por fontes da Polícia Federal.
Na última terça-feira (10), a PF e a Procuradoria-Geral da República pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação contra Gilson por tentar expedir um passaporte português em nome do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, para viabilizar a saída dele do país.
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Gilson Machado teria tentado expedir o documento no dia 12 de maio, no consulado de Portugal do Recife, onde ele mora.
A Polícia Federal disse ao PGR Paulo Gonet que o pernambucano não conseguiu a emissão do documento, e alertou que Gilson poderia buscar alternativas junto a outros consulados para expedir o passaporte.
Paulo Gonet informou ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo da trama golpista no Supremo Tribunal Federal, que concordou com a PF sobre a abertura de uma investigação contra o ministro por possíveis crimes de obstrução de investigação envolvendo supostos delitos de organização criminosa e favorecimento pessoal.
A PGR solicitou a Moraes busca e apreensão pessoal e domiciliar contra o ex-ministro e quebras de sigilo telefônico e telemático do bolsonarista no período entre 1º de janeiro de 2025 e 5 de junho de 2025.
Gonet apontou que é possível que Gilson “esteja atuando para obstruir a instrução da Ação Penal n. 2.688/DF [processo do STF que apura tentativa de golpe] e das demais investigações que seguem em curso, possivelmente para viabilizar a evasão do país do réu MAURO CESAR BARBOSA CID, com o objetivo de se furtar à aplicação da lei penal, tendo em vista a proximidade do encerramento da instrução processual”.
“A análise das informações reunidas pela Polícia Federal indica a necessidade de complementação das diligências investigavas, a fim de possibilitar um juízo adicional e mais abrangente sobre a autoria das condutas apuradas, especialmente em razão da provável possibilidade de que o requerido esteja empregando esforços junto a outras embaixadas e consulados com o mesmo propósito ilícito”, escreveu Gonet.
O ex-ministro negou a acusação. “Apenas mantive contato telefônico em Maio último, com Consulado Português, tao somente solicitando uma agenda para meu pai, Carlos Eduardo machado Guimarães, o qual foi feito após dita solicitação”.
Quem é Gilson Machado
Gilson foi ministro do Turismo durante o governo de Jair Bolsonaro e continua próximo do ex-presidente. No ano passado, concorreu à prefeitura de Recife pelo PL, mas ficou em segundo lugar.
Recentemente, o ex-ministro publicou uma campanha de arrecadação de Pix para Bolsonaro, afirmando que o valor seria destinado à manutenção de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O filho de Jair rejeitou a ajuda.
Na última quinta-feira (12), Gilson Machado integrou uma comitiva que acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Por lá, Bolsonaro recebeu o título de cidadão potiguar.
Partido Liberal acompanha o caso
Em nota, o Partido Liberal, ao qual Gilson Machado é filiado, informou que está acompanhando as informações sobre a prisão do ex-ministro.
“Neste momento, o partido aguarda o esclarecimento dos fatos pelas autoridades competentes. O PL reforça seu compromisso com a verdade e com os valores que defende junto à sociedade brasileira”, diz o comunicado.

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