Flávio Bolsonaro na Casa Branca, Lula da Silva em busca do plano “M” e o TSE chamando embaixadores para mostrar que o sistema de votação é seguro
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É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
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Crítica
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ATÉ QUE [EN]FIM!
O Supremo Tribunal Federal (STF) referendou o entendimento de que juízes condenados por falta grave “devem perder o cargo”. Hoje, quando ocorre uma situação semelhante, o magistrado apanhado cometendo traquinagem é aposentado com remuneração integral.
“A PONTE DO RIO KWAI”
O clássico de David Lean (1908-1991) foi a primeira referência que me veio à mente quando o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a retomada do diálogo do Planalto com o Senado, mas afirmou que o presidente Lula da Silva (PT) “não precisa de intermediários. Eles [Lula e Alcolumbre] são a própria ponte”.
IPSIS LITTERIS
De Lula da Silva, debruçado no parapeito de suas viagens pelo mundo da política:
— Só na época da eleição é que os pobres viram importantes.
JOGANDO A TOALHA
Na cúpula do PL, a pré-candidatura do ex-governador Cláudio Castro (RJ) virou águas passadas. O receio é de que o envolvimento com as estrepolias financeiras do Banco Master esteja inviabilizando a candidatura do ex-governador e, consequentemente, “minando e desgastando” a pré-campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
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PRESSÃO DO BEM
Empresários da indústria e do comércio reclamaram da “maneira açodada” com que a votação da PEC do fim da escala 6×1 vem sendo conduzida na Câmara dos Deputados.
EXTRA CONSTITUCIONAL
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, cobrou “menos constitucionalidade” e mais “flexibilidade” para o necessário debate:
— Em qualquer país do mundo, um debate como esse não deveria estar sendo feito por meio de reforma na Constituição, para que houvesse mais tempo e flexibilidade para o debate, disse.
URNAS SEGURAS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) organiza encontro de seus dirigentes com embaixadores radicados no Brasil para reforçar a segurança do sistema eleitoral como um todo: das urnas à transmissão de dados.
POR FALAR NISSO
Na coluna desta terça-feira, informei que Jair Bolsonaro havia se tornado inelegível por abuso de poder político e econômico nas comemorações dos 200 anos da Independência. O correto é dizer que o motivo foi o “uso indevido dos meios de comunicação” por reunião convocada com embaixadores.
DITO E FEITO
Líderes do PL na Câmara ocuparam o espaço do cafezinho para mostrar a foto de Flávio Bolsonaro ao lado do presidente Donald Trump (Republicano). José Medeiros (MT) era o mais animado deles:
— Quero ver alguém dizer que isso é I.A.
PLANO “M”
O fiasco das “negociações” entre Lula da Silva e o presidente do PSB, João Campos, para alçar o senador Rodrigo Pacheco à condição de pré-candidato ao governo mineiro levou o PT a dar uma olhadela — ainda que por alto — no prestígio da ex-prefeita de Contagem Marília Campos, pré-candidata ao Senado. Marília é o novo plano de Lula para ter palanque em Minas, nem que ela jogue para o espaço sua eleição praticamente ganha.
PENSE NISSO!
De tantos absurdos — para ser mais elegante com sua excelência, e olhe que a vontade é de tacar um “asneira”, Lula da Silva saiu em defesa dos produtores de coca, matéria-prima da cocaína.
O presidente brasileiro argumenta que “é preciso dar alternativa para um país parar de produzir droga”.
O episódio é como se Lula estivesse andando por uma calçada quando viu uma folha de coca do outro lado da rua, foi lá e escorregou no produto que causa tanta desgraça.
É como se o presidente chamasse o chefe da Polícia Federal e dissesse o seguinte:
— Oh, sabe aquela plantação de maconha nas ilhas do São Francisco? Não é para erradicar agora, não. É preciso dar alternativa para um país parar de produzir droga.
Bem assim.
Pense nisso!













