Apesar de ter sido excluída do tarifaço de 50% imposto pelo governo Trump contra o Brasil, a Embraer foi atingida pela alíquota de 10%
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A Embraer afirmou ao governo dos EUA que impor restrições à importação de aeronaves da empresa seria “diretamente contrário aos interesses” dos próprios americanos. A resposta foi protocolada nesta segunda, 18, no Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês).
Apesar de ter sido excluída do tarifaço de 50% imposto pelo governo Trump contra o Brasil, a Embraer foi atingida pela alíquota de 10% e também é investigada por supostas práticas comerciais desleais por parte do Brasil dentro dos termos da Seção 301, que faz parte da Lei de Comércio de 1974, dos Estados Unidos.
Além da Embraer, diversas associações protocolaram resposta no órgão americano nos últimos dias, considerando as investigações injustas. Entre elas, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).
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Na investigação, o USTR acusa o Brasil em seis temas: dificuldade de acesso ao mercado de etanol do Brasil, desmatamento ilegal, falhas na fiscalização de medidas anticorrupção, tarifas preferenciais injustas, proteção da propriedade intelectual e políticas relacionadas ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, o que inclui o Pix.
Segundo a Embraer, “nenhuma dessas práticas tem relação com a empresa”. “O comércio de produtos para aeronaves civis da Embraer não se beneficiou de supostas tarifas preferenciais injustas, pois o Brasil há muito tempo adere a uma abordagem de tarifa zero para produtos de aeronaves civis com todos os seus parceiros comerciais. Em suma, as alegações em questão são irrelevantes para as ações da Embraer no Brasil e nos Estados Unidos”, diz a companhia.
A Embraer também diz que existe projeção de déficit comercial de US$ 8 bilhões nas relações da empresa com os EUA, entre 2025 e 2030, em um cenário de tarifa zero. Isso porque a companhia é grande importadora de produtos e serviços americanos, que fazem parte da sua linha de produção.
Empregos nos EUA
A empresa afirma que mantém grande operação nos EUA, por meio de sua subsidiária EAH, que opera desde 1979 em Fort Lauderdale, na Flórida.
“A Embraer atualmente suporta 12,5 mil empregos nos EUA. Sendo 2,5 mil empregos diretos e 10 mil na cadeia de suprimentos. A expectativa é de que mais 5 mil empregos sejam gerados nos próximos 5 anos”, diz o documento.
Na abertura da investigação, o USTR afirmou que atos e políticas domésticas prejudicam empresas americanas de tecnologia, restringem a liberdade de expressão e impõem barreiras à inovação.





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