Pesquisa fundamentada em dados coletados no Google Brasil entre abril de 2025 e março de 2026 aponta dinâmica do mercado brasileiro
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O mercado imobiliário brasileiro apresenta uma divisão de comportamento entre gêneros no ambiente digital, revelando que a jornada em busca de um imóvel não é uniforme. De acordo com um levantamento recente realizado pela Universal Software, empresa especializada em gestão para o setor, as mulheres assumiram o protagonismo na busca por locação no país, enquanto o público masculino mantém uma liderança estreita no segmento de compra e venda.
A pesquisa fundamentou-se em dados coletados no Google Brasil entre abril de 2025 e março de 2026. Os resultados indicam que 53,8% das intenções de aluguel partem do público feminino. Em contrapartida, os homens representam 50,8% das buscas pela casa própria. Embora o estudo foque no interesse online e não necessariamente na concretização dos contratos, os números oferecem um diagnóstico preciso sobre quem inicia e conduz as etapas preliminares da jornada imobiliária na atualidade.
DEMANDA FEMININA
Essa predominância feminina no aluguel aponta para uma demanda por praticidade e gestão do orçamento doméstico. Especialistas sugerem que o aluguel, por exigir um aporte financeiro inicial reduzido em comparação à aquisição, adapta-se com maior agilidade a diferentes momentos de vida e necessidades de flexibilidade. O perfil familiar também desempenha um papel crucial: enquanto imóveis compactos atraem jovens, as casas de rua são a preferência de mulheres casadas ou com filhos, reforçando a busca por conforto e espaço.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
TIPOS DE IMÓVEIS
No que diz respeito à tipologia dos imóveis, o interesse por casas supera o de apartamentos por uma margem expressiva. No segmento de locação, a procura por casas atinge uma média de 145,5 mil pesquisas mensais, volume quatro vezes superior às buscas por casas à venda, que giram em torno de 35,5 mil. Essa valorização das moradias horizontais reflete mudanças de comportamento consolidadas nos últimos anos, onde privacidade, maior metragem e a possibilidade de adaptação para o trabalho remoto tornaram-se prioridades.
O levantamento também joga luz sobre os modelos de moradia que ainda ocupam nichos específicos. Termos como “loft”, “studio” e o aluguel de quartos individuais registram volumes de busca significativamente menores. Apesar de representarem tendências modernas de urbanismo, esses formatos ainda não superaram a preferência nacional pelos imóveis tradicionais.
JORNADA DE CONSUMO
Para o setor de gestão imobiliária, a análise desses dados reforça a necessidade de uma transformação digital mais profunda e humanizada. Como a jornada de consumo começa invariavelmente nas plataformas digitais, a agilidade no atendimento e a personalização tornaram-se requisitos básicos. O uso de ferramentas como o CRM imobiliário tem sido a resposta estratégica das empresas para centralizar informações e acompanhar o cliente com maior precisão em cada etapa da negociação.
O cenário para o restante de 2026 continua atrelado a variáveis macroeconômicas, como as taxas de juros e a oferta de crédito, que ditam o ritmo de confiança do consumidor. No entanto, a digitalização e a sensibilidade às prioridades do público feminino e das novas estruturas familiares mostram-se como os caminhos definitivos para o sucesso das imobiliárias no mercado atual.












