O freio de arrumação no PT pode embaralhar, ainda mais, os planos do presidente Lula da Silva de consumar a reforma ministerial de que tanto precisa
Publicado em 07/03/2025 às 20:01
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MEMÓRIA CURTA
Faz nove meses que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara aprovou relatório do deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), inocentando o colega André Janones (Avantes-MG) envolvido até a medula na prática de rachadinha. Um crime que ocorre quando o parlamentar paga um salário, hipoteticamente de R$ 5.000,00 a um dos seus servidores e esse funcionário é obrigado a devolver parte daquilo que recebe. Diga-se de passagem devolver para o bolso do parlamentar.
QUEM NÃO SE RECORDA?
O “argumento ético” de Guilherme Boulos – para inocentar Janones – foi de que ele analisou “toda a peça de acusação” e em nenhum momento encontrou indícios de irregularidade, que Boulos chamou de “ausência de justa causa”, mesmo que na acusação constasse um áudio do próprio deputado Janones combinando a rachadinha.
DEU NO QUE DEU
Nesta semana, para surpresa de absolutamente ninguém, nem de Guilherme Boulos, Janones admitiu a rachadinha e fez um acordo na Procuradoria-Geral da República, tendo de devolver à Câmara dos Deputados, R$ 157,8 mil. O acordo foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Vindo a ser homologado, André Janones não sofrerá sanções criminais e estará livre, leve e solto.
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QUANTO CUSTA UM JANONES?
E pensar que políticos como Janones e Boulos custam ao cidadão que trabalha para pagar imposto, R$ 10 mil por dia, cada um.
PERGUNTAR NÃO OFENDE
… é para isso que serve a imprensa livre: até agora a coluna não obteve uma resposta efetiva do governo do presidente Lula da Silva (PT), pedindo uma explicação por que o país estava cobrando imposto de importação sobre o café. Sendo que o Brasil é o maior exportador desse grão, conforme dados do quadro Café & Conversa da Rádio Jornal.
PELA HORA DA MORTE!
E depois, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, fica cornetando que o tribunal “é um dos que mais julga no mundo”. Não é para menos, O colega dele, Flávio Dino tomou inusitada decisão mantendo o “teto de preços dos serviços funerários” na cidade de São Paulo. “Para garantir transparência na oferta e comercialização dos serviços”, morrer na capital paulista deve custar no mínimo R$ 428,04, valores de novembro do ano passado. Quem morrer a partir deste sábado vai deixar uma despesa desse valor, corrigido pela inflação dos últimos quatro meses.
FREIO DE ARRUMAÇÃO
O senador Humberto Costa (PE) no comando do PT é sinal de que Lula vai manter o deputado José Guimarães (PT-CE) como líder do seu governo na Câmara. Resultado: a reforma ministerial empacou. Guimarães era cotado para assumir um cargo no Palácio do Planalto.
PENSE NISSO!
Governadores têm dito que o presidente Lula jogou para a plateia quando mandou seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), cobrar o mesmo sacrifico do governo federal, no anuncio de que estava zerando imposto de importação sobre produtos da cesta básica.
Alckmin disse que era hora de “os governadores zerarem o ICMS”, quando todo mundo sabe que o “buraco é mais embaixo”. E que cortar despesas da máquina pública, seja no município, no estado ou na União, não aparece no radar de nenhum gestor público.
Logo, falar em reduzir imposto de importação é conversa para boi dormir. O que o Brasil precisa é de decisões que realmente surtam efeito.
Até aqui é pura mise en scéne!
Pense nisso!



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