Levantamento mostra consolidação da polarização no Brasil e avanço de nomes da direita na corrida presidencial de 2026. Oposição ganha fôlego
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– Montagem
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O cenário das eleições presidenciais de 2026 ficou ainda mais incerto. Nova Pesquisa Datafolha aponta que o presidente Lula (PT) perdeu a vantagem que vinha acumulando em simulações de segundo turno, registrando agora um empate técnico com seus principais adversários. Os dados foram divulgados neste sábado (11/4), pelo jornal Folha de S.Paulo.
E mais: pela primeira vez, o senador Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou o petista numericamente, marcando 46% contra 45%.
A perda de vantagem de Lula também se repete contra os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), que aparecem com 42% diante de 45% do atual mandatário, todos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
A Pesquisa Datafolha aponta, entretanto, que no primeiro turno a polarização entre o petismo e o bolsonarismo permanece firme. Lula mantém a liderança isolada com 39% das intenções de voto no cenário estimulado, mas Flávio Bolsonaro aparece em uma curva ascendente, oscilando de 33% para 35%.
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Na modalidade espontânea, onde os nomes não são apresentados aos entrevistados, o senador avançou quatro pontos, chegando a 16%, enquanto o presidente oscilou positivamente um ponto, atingindo 26%.
Avanço de direita barra terceira via

– Ricardo Stuker

Ronaldo Caiado foi o pré-candidato que mais ganhou fôlego em relação ao levantamento Datafolha anterior, reduzindo a diferença contra Lula de dez para apenas três pontos em um eventual segundo turno.
A pesquisa revela, ainda, que a movimentação dos nomes da direita, que disputam o mesmo nicho de eleitorado, praticamente elimina a viabilidade de uma “terceira via” de centro no pleito de 2026.
No momento, a soma das intenções de voto de todos os adversários de Lula atinge 55% dos votos válidos, contra 45% do atual presidente.
A rejeição aos dois principais nomes da disputa reflete o grau de divisão do País: 48% dos eleitores afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 46% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro.
Em contrapartida, Caiado e Zema possuem os menores índices de rejeição (16% e 17%, respectivamente), mas ainda enfrentam o desafio do desconhecimento, já que mais de 50% do eleitorado brasileiro ainda não sabe quem eles são.
Perfil do eleitorado igual
O apoio a Lula permanece sólido entre os eleitores com menor instrução (50%), entre os mais pobres (44%) e na região Nordeste, onde detém 55% das intenções de voto.
O petista também mantém igualdade de votos entre homens e mulheres. Já a base de apoio de Flávio Bolsonaro é composta majoritariamente por homens (39%), eleitores evangélicos (49%) e segmentos de classe média alta e alta renda.
Embora os dados apontem para uma disputa acirrada, o levantamento, entretanto, deve ser lido com cautela devido à distância do pleito – outubro de 2026. Historicamente, o número de votos brancos, nulos e de eleitores indecisos tende a diminuir conforme a eleição se aproxima.
Rejeição de Lula e de Flávio também em alta
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem a maior rejeição entre todos os pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano, com 48% dizendo que não votariam no mandatário. O principal adversário do petista, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tem rejeição de 46%.
Na prática, os dois estão empatados em termos de rejeição, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Lula e Flávio também são os pré-candidatos mais conhecidos pelos eleitores. Ao todo, 81% disseram conhecer um pouco ou muito bem o petista, enquanto 58% conhecem muito ou um pouco o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Só 1% disse não conhecer Lula, enquanto 7% disseram o mesmo sobre o senador.
Outros pré-candidatos
Depois de Lula e Flávio Bolsonaro, todos os demais pré-candidatos estão tecnicamente empatados em termos de rejeição. O ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza) aparece com 19%, seguido de perto pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e por Renan Santos (Missão), com 17% cada; e pelo ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e pelo ex-ministro Aldo Rebelo (DC), com 16% cada.
Zema e Caiado são os mais conhecidos depois de Lula e Flávio. Ao todo, 26% disseram conhecer muito bem ou um pouco o ex-governador de Minas Gerais, e 23%, o ex-governador de Goiás. Em seguida, aparecem Cabo Daciolo (19%), Aldo Rebelo (14%) e Renan Santos (10%).
A pesquisa Datafolha (registro BR-03770/2026) ouviu 2.004 pessoas em 137 cidades brasileiras entre os dias 7 e 9 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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