Empresários da indústria pernambucana demonstram ânimo com o cenário estadual, mas continuam preocupados com a conjuntura brasileira
Publicado em 06/01/2025 às 0:00
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Embora o horizonte de recuperação econômica possa voltando a aparecer com nitidez, a instabilidade que vem de Brasília, com insegurança jurídica e baixa confiança do mercado no equilíbrio fiscal do país, fazem com que os empresários pernambucanos do setor industrial mantenham cautela, junto à confiança que vem da realidade favorável aos negócios. Em entrevista no programa Passando a Limpo, na Rádio Jornal, o presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Bruno Veloso, disse que há uma mistura de elementos positivos e negativos, na percepção do empresariado diante da atualidade e das perspectivas para a economia.
O Índice de Confiança Empresarial da Fundação Getúlio Vargas vem diminuindo mês a mês, em reflexo à inconsistência das promessas de cortes nas despesas do governo federal, em paralelo às turbulências na relação entre o Planalto e o Congresso. Sem base política firme, o governo Lula depende da atuação de ministros como Fernando Haddad, ou até mesmo do Supremo Tribunal Federal – numa exacerbação de funções constitucionais criticada por muitos – para aprovar tratar de temas importantes para a estabilidade econômica. Assim, as incertezas vão se acumulando, e a confiança desidrata.
Um dos principais fatores de manutenção do otimismo é a queda nas taxas de desemprego, indicadora de que os investimentos estão estimulados. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) turbina condições básicas para se continuar investindo, gerando empregos e elevando a renda das famílias. “A primeira coisa para o investimento acontecer é o otimismo, porque com pessimismo ninguém investe”, afirmou o dirigente da Fiepe. Ou seja, é preciso que as instituições – governo em primeiro lugar, mas também o Legislativo e o Judiciário – cuidem da preservação da confiança do mercado em níveis mínimos para a continuidade do otimismo que move a economia.
Para o empresariado pernambucano, a reversão do sentimento negativo ainda se encontra em andamento, no processo lento de mudança comandado pela governadora Raquel Lyra. Mas investimentos estruturadores como o Arco Metropolitano, a duplicação da BR-232 até Serra Talhada e a Ferrovia Transnordestina, ou seja, focados em mobilidade e logística, deixam mais próxima a possibilidade da consolidação da confiança. “Os indicadores locais apontam que 2025 será um ano positivo. As empresas estão fazendo o dever de casa, as prefeituras estão fazendo o dever de casa e o governo estadual também está fazendo dever de casa. Já quando se trata do governo federal, os números são muito preocupantes e sabemos que a conta chega”, ponderou Veloso, apontando o risco de alta inflacionária acoplado ao descontrole de gastos públicos.
Um ambiente de negócios propício, como o que se desenha em Pernambuco, acelera o desenvolvimento coletivo e facilita o trabalho da gestão pública. Por outro lado, se os governos fazem a sua parte, os empreendimentos prosperam, melhorando o cenário econômico.



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600867014.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)









/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600486893.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2600867014.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)