Segundo o levantamento, 28,7% dos mais de 2 mil entrevistados apontaram o salário como o principal diferencial da ocupação desejada
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Uma pesquisa realizada pela Nexus divulgada nesta sexta-feira, 5, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que salário, estabilidade e perspectiva de crescimento são os fatores mais valorizados na profissão que o trabalhador brasileiro quer exercer nos próximos cinco anos. Segundo o levantamento, 28,7% dos entrevistados apontaram o salário como o principal diferencial da ocupação desejada. Outros 22,4% assinalaram a estabilidade no emprego, enquanto 20,1% apontaram a perspectiva de crescimento na carreira.
O levantamento mostra que esses fatores superaram, por exemplo, a flexibilidade do horário de trabalho (19,3%), a possibilidade de trabalhar de casa/home office (15,9%) e a jornada de trabalho reduzida (9,8%).
“Mesmo nesse cenário de novas modalidades de trabalho, em que a flexibilidade acaba sendo também uma moeda de troca, esses fatores tradicionais são valorizados e acabam sendo muito associados ao emprego com carteira assinada”, avaliou a especialista em Políticas e Indústria da CNI Claudia Perdigão. Na análise da especialista, essa estrutura de trabalho continua sendo a primeira opção do trabalhador e é o que faz com que ele continue mirando essa relação de trabalho formal no médio e no longo prazo.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A pesquisa ouviu 2.008 pessoas a partir de 16 anos, nos 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 10 e 15 de outubro de 2025.
Os trabalhadores também listaram os obstáculos para alcançar as aspirações profissionais. Segundo 22% dos entrevistados, o maior entrave é a falta de oferta de vagas de emprego com boas condições. Para 17,6%, a segunda principal barreira é a falta de experiência prática suficiente, enquanto 16,9% apontam a falta de oferta de cursos de formação exigidos pelo mercado na região onde vivem como o terceiro maior empecilho.
Completam a lista de principais entraves a necessidade de cuidar de parentes (16,1%); a falta de formação ou qualificação exigida pelo mercado (12,7%); a falta de informação sobre vagas disponíveis (11,9%); e a discriminação por parte dos empregadores (8,3%).
Brasileiro prefere CLT
A 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira revelou que mais de um terço (36,3%) das pessoas que estavam ocupadas e buscaram trabalho no mês anterior à pesquisa apontaram o emprego formal, regido pela CLT, como o tipo de oportunidade mais atrativa. A preferência pelo emprego formal foi ainda maior entre os jovens, alcançando 41,4% dos brasileiros de 25 a 34 anos que estavam trabalhando e procuraram uma nova oportunidade no período.
O estudo também mostrou que um em cada dez brasileiros que estava ocupado e procurou emprego no mês anterior à pesquisa classificou como atrativas as oportunidades de trabalho autônomo em plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo. No entanto, somente 30% dos que demonstraram interesse em trabalhar por meio de plataformas digitais veem nessa modalidade de emprego a principal fonte de sustento.
Além disso, 95% dos entrevistados se declararam satisfeitos com o emprego atual, sendo 70% muito satisfeitos.













