Caso do governador de Roraima está parado há dois anos no TSE e aumenta cobrança para que Cármen Lúcia inclua processo em votação.
JC
Publicado em 26/03/2026 às 20:46
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A cassação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), intensificou a pressão para que a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, paute o julgamento do processo contra o governador de Roraima, Antonio Denarium (PP). O caso permanece sem decisão na Corte há cerca de dois anos.
Segundo apuração da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, ministros do tribunal esperam que a presidente adote postura semelhante à tomada no caso do governador fluminense, quando o julgamento foi agendado mesmo com pedido de vista em andamento, medida considerada incomum para acelerar a decisão. Castro e o vice foram declarados inelegíveis por oito anos após julgamento concluído nesta semana.
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Denarium já foi cassado quatro vezes pelo TRE-RR
Diferentemente do cenário no Rio, Denarium e o vice, Edilson Damião (UNIÃO), já foram cassados quatro vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Como o TSE ainda não analisou os recursos, ambos permaneceram nos cargos.
Os ministros Isabel Gallotti e André Mendonça já votaram pela cassação e inelegibilidade. O processo voltou a ficar apto para julgamento após o ministro Nunes Marques devolver o pedido de vista em fevereiro, cabendo agora à presidência incluir o caso na pauta.
Pressão política e impacto no calendário eleitoral
A coligação autora da ação solicitou a retomada do julgamento com urgência. Em carta ao TSE, o líder indígena Davi Kopenawa alertou que a demora contribui para o agravamento da crise humanitária na Terra Yanomami.
Pela legislação eleitoral, governadores que pretendem disputar o Senado precisam deixar o cargo até um ano antes da eleição. Denarium antecipou a renúncia para 27 de março, quando será sucedido por Edilson Damião. A eventual saída do cargo, porém, não impede que o TSE confirme a perda do mandato e a inelegibilidade.
Uso de programas sociais motivou condenação
O governador e o vice foram condenados por utilizar a máquina pública e programas sociais com fins eleitorais, como “Cesta da Família” e “Morar Melhor”. No voto, a ministra Isabel Gallotti destacou a distribuição de benefícios, repasses de cerca de R$ 70 milhões a municípios sem critérios legais e aumento expressivo de gastos com publicidade.
A relatora também apontou a ampliação de 10 mil para 50 mil beneficiários do programa de cestas básicas durante o período eleitoral, além de gastos de campanha que teriam superado em mais de 25 vezes os limites estabelecidos pela legislação.
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