Candidatura de Flávio Bolsonaro cresce nas redes, mas esfria no Centrão

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Candidatura de Flávio Bolsonaro cresce nas redes, mas esfria no Centrão


Lula realiza reunião ministerial: para alguns, pode ser o último encontro com a equipe. Projeto prevê punição para presos que se recusarem a trabalhar



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CENTRÃO REAGE
A candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República levou um “chega-prá-lá” de um importante líder do Centrão, o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Pré-candidato a vice, Ciro Nogueira afirmou que os nomes fortes para unir a direita são os dos governadores de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos); e, do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).

CALENDÁRIO APERTADO
Pelo menos um terço dos ministros que estará nesta quarta-feira (10) na última reunião ministerial do ano vai se despedir do presidente Lula da Silva (PT) e de parte de sua equipe. Contudo, os chefes das pastas entregarão um calendário de “eventos” das respectivas áreas para que Lula possa agendar viagens ao interior do país.

DOLCE FAR NIENTE
Agora só depende do senador Otto Alencar (PSD-BA) colocar em votação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), projeto que visa a tornar “falta grave a recusa do preso em trabalhar”. “O trabalho do apenado é uma forma de dar ocupação e um certo rendimento a quem cumpre pena”, justifica o relator, senador Sergio Moro (União Brasil-PR).

DE CORTÁZAR PARA TOFFOLI
Assim que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, propôs um pacto de sobrevivência, também chamado de “código de conduta”, seu colega de Corte Dias Toffoli abriu uma carta do argentino Julio Cortázar (1914-1984) ao peruano Mario Vargas Llosa (1936-2025). “… e então não nos restará nada além de nos enrolar na toga como César e esperar as punhaladas da fome definitiva…”.

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É NECESSÁRIO, MESMO?
Em um Judiciário onde um de seus ministros viaja em avião particular com o advogado de um banco que tem causa que, sabidamente, subiria para a própria Corte, a iniciativa de Fachin mostra-se necessária. O presidente do STF quer, especificamente, limitar a participação de seus colegas em eventos privados.

DATA SUPREMO
Às 10h30 de 28 de novembro, Toffoli e o advogado do Banco Master, Augusto de Arruda Botelho, embarcam em São Paulo, rumo a Lima, no Peru. Cinco horas e quatro minutos depois, a reclamação do banco foi protocolada no STF. Às 18h13 do mesmo dia, Toffoli foi sorteado relator do caso.

‘URUBU’ COME O ‘PORCO’
No dia seguinte, às 18h00 (horário de Brasília), começa a final da Copa Libertadores da América. Aos 21 minutos do segundo tempo, o zagueiro Danilo marca o gol da vitória do Flamengo. Toffoli e Botelho, dois palmeirenses, embarcam de volta para o Brasil após o “porco” ser engolido pelo “urubu”.

‘EXPULSO PELO PARÁ’
O ministro do Turismo, Celso Sabino (sem partido), disse ter sofrido “uma perseguição daquelas” vinda da direção Nacional do União Brasil, que decidiu expulsá-lo da legenda, após descumprir a ordem devolver o cargo no governo Lula. “Sou ficha limpa, acho a medida equivocada e injusta e tenho certeza de que só me expulsaram porque eu quis continuar no ministério, ajudando a realizar o melhor projeto para o país e pelo meu Pará”.

ROMBO NA ECT
O governo está em estado de alerta. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) na contabilidade dos Correios, que está prestes a ser divulgada, deve apontar que R$ 20 bilhões, possivelmente, não serão suficientes para “estancar a sangria”.

PENSE NISSO!
Aparentemente, não seria necessário um “código de conduta”, que determine o que cada ministro do Supremo Tribunal pode ou não fazer. É exigência constitucional que ele tenha notório saber jurídico e, claro, um bom padrinho político. Logo, subentende-se que, também, possua princípios éticos.

Mas era de se imaginar que eles já soubessem que não é adequado ficar para cima e para baixo, fazendo ou frequentando festas e compartilhando coxinhas — no sentido gastronômico, claro — com pessoas com potencial de serem julgadas por eles.

Mas, convenhamos: O que esperar de uma Corte que, recentemente, autorizou que parentes desses ministros possam advogar naquele tribunal?

Pense nisso!

 

 





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