Câmara não abre mão de decidir sobre o fim da escala 6×1 e rechaça projeto do governo

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Câmara não abre mão de decidir sobre o fim da escala 6×1 e rechaça projeto do governo


Presidente do Senado coloca advogados para defender senadores ameaçados pelo STF, enquanto que na Câmara, a ordem de Motta é não parar a PEC 6 x 1



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QUEM FOI?
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que “deram” um salvo-conduto para que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, “cometesse uma série de atrocidades”. Uma delas, segundo o senador, é mandar investigá-lo por tentativa de vincular o presidente Lula da Silva (PT) ao ditador Nicolás Maduro, da Venezuela. A Polícia Federal terá 60 dias para investigar o filho mais velho de Jair Bolsonaro.

NA MESMA MOEDA
A promessa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de baixar a poeira no plenário foi colocar à disposição dos senadores a Advocacia-Geral da Casa, “para auxiliar em tudo o que acharem necessário, inclusive ingressar conjuntamente com as questões jurídicas que V. Exas. manifestaram (…) para defender a legitimidade do voto popular e a prerrogativa do senador da República”.

NA MOITA
Nenhum senador governista se manifestou para protestar contra a patifaria das ameaças tanto do ministro Dias Toffoli, de cassar mandatos de senadores, como de Gilmar Mendes, que chamou de “narrativas apressadas”, dizendo que prepara ação contra o relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira (MDB-SE), como se houvesse um pacto de silêncio com o STF.

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BLOGUEIRO DO BEM
“Não tem Sidônio que dê jeito.” Um líder governista disse à coluna que a prisão do MC Poze do Rodo “ainda vai chamuscar o governo”. O “músico” foi preso na Operação Narcofluxo, acusado de envolvimento em um esquema que movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro para o tráfico de drogas. Na posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes, a música do bandido foi entoada como grito de guerra. “Isso [o vídeo], na campanha, derruba qualquer um”, sentenciou.

A OUTRA FACE
Na mesma operação, a PF prendeu o influenciador Raphael Oliveira, dono do perfil “Choquei”. O operador de mídia do crime organizado vinha trocando galanteios com o perfil @LulaOficial, no X, desde 2021.

– Obrigado à equipe do ex-presidente Lula por seguir a @choquei aqui. Sejam bem-vindos! Vamos para a luta contra as fake news e a disseminação de ódio. O perfil de Lula respondeu com um emoji de “tamo junto”.

FARINHA POUCA…
… o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), vai fazer pouco caso do projeto de lei encaminhado à Câmara, que acaba com a escala 6 x 1, dizendo que agora “seguiremos com o cronograma da PEC”.

…MEU PIRÃO PRIMEIRO
O Planalto tentou atropelar a Câmara, que já analisa a PEC pondo fim à escala 6 x 1. Motta não abre mão do protagonismo:

– Temos, assim, um âmbito maior de discussão e teremos a proposta mais equilibrada possível, dando espaço para que todos possam participar, disse.

VEJA QUEM MANDA
Mesmo tendo almoçado com Lula momentos antes do envio do projeto à Câmara, Hugo Motta sepultou qualquer possibilidade de armistício:
– Da mesma forma que é um direito do presidente mandar o projeto de lei com urgência, é um direito do presidente da Câmara decidir a tramitação das matérias legislativas aqui na Casa.

ANTES À TARDE!
O puxa-encolhe gerado com o relatório da CPI do Crime Organizado, enterrado pela bancada governista no Senado, levou a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) a sair em defesa do procurador-geral da República, Paulo Gonet — em outras palavras, chamado de preguiçoso pelo relator da CPI.

– Não é por outra razão que o agir do procurador-geral da República deve orientar-se pela cautela que as responsabilidades do cargo exigem, especialmente em temas de elevada sensibilidade institucional, pontua.

PENSE NISSO!
Enquanto Lula se esconde em uma conivente amizade com ministros do STF, e seus senadores rechaçam qualquer tentativa de impeachment dessas autoridades, o pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) disse à coluna que “ninguém pode se esconder no cargo que ocupa” e que “qualquer autoridade” é passível de ser apeada da função.

O ex-governador de Goiás voltou a defender a anistia dos envolvidos no quebra-quebra de atos de 8 de janeiro de 2023, como forma de pôr fim à polarização política no país.

Para quem vinha dizendo que a pré-campanha andava muito morna, sem propostas, Caiado lançou mão de um pacto que deve ser firmado com a sociedade. O impeachment de ministro do STF não é um dogma nem o debate sobre anistia — sobretudo no caso de quem foi flagrantemente punido sob a métrica da vingança — deve ser evitado.
Pense nisso!

 






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