Caiado marca posição ao prometer anistia e uma gestão dura contra o crime organizado

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Caiado marca posição ao prometer anistia e uma gestão dura contra o crime organizado


Rosângela briga com Nikolas Ferreira; Eduardo Leite não cumprimenta Ronaldo Caiado; Soraya Thronicke e Lindbergh Farias não sabem onde enfiar a cara



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DEU RUIM

Depois que dois assessores pediram demissão no gabinete da primeira-dama – sim, a esposa do presidente da República tem um gabinete com mais de dez funcionários. O redemoinho na sala ao lado do presidente Lula da Silva (PT) se deu após um grupo de auxiliares preparar um roteiro para que Rosângela da Silva rebatesse um vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que faz duras críticas ao projeto de lei contra a misoginia:

– Queria também deixar registrado aqui um pouquinho da minha revolta com um certo grupo de homens, ou talvez um específico, que tem a cara de pau de, na internet, fraudar um projeto de lei disseminando fake news – disse a primeira-dama. Aliados de Lula não gostaram da provocação, mesmo sem citar nomes.

‘SILÊNCIO SELETIVO’

O deputado mineiro acusou a primeira-dama de praticar “silêncio seletivo” quando sai em defesa das mulheres. Sobre o projeto, que ainda terá de passar por votação na Câmara, Nikolas Ferreira disparou:

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– Não adianta, com essa cara de sonsa sua, querer enganar alguém. Até mesmo porque as pessoas compreenderam que esse projeto não tem nada a ver com violência doméstica ou agressão contra a mulher (…) esse projeto é, literalmente, uma forma de controlar o que pode ou não ser dito – afirmou o parlamentar.

MANDOU BEM

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), assinou dois atos nesta segunda-feira (30): a posse, como substituta, de Ibaneis Rocha (MDB), que vai tentar uma vaga no Senado Federal, e o cancelamento da festa de comemoração dos 66 anos de Brasília (21 de abril). Ao transferir os recursos para a área da saúde, Celina disse que “governar é elencar prioridades em cima da necessidade da população”.

HABEMUS SCIENTIA

O cientista brasileiro Carlos Nobre foi nomeado pelo papa Leão 14 integrante do conselho do Vaticano, responsável por debater o “desenvolvimento humano integral”. Natural de São Paulo, Nobre é um dos mais renomados climatologistas e criador da teoria da “savanização” da floresta amazônica.

ANISTIA AMPLA E GESTÃO

…foram os dois pontos importantes no primeiro discurso do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), como pré-candidato à Presidência da República. Caiado disse, também, que o país precisa “navegar” outros mares além da polarização:

– O Brasil não suporta mais viver uma situação que tem sido uma constante nesses últimos anos. A polarização pode ser desativada, sim. Meu primeiro ato vai ser exatamente a anistia ampla, geral e irrestrita – afirmou.

SE A LEI DEIXASSE…

…a primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil), seria candidata ao governo do estado. Hoje, os candidatos com possibilidade de chegar ao Palácio das Esmeraldas são Daniel Vilela (MDB), atual vice; o ex-governador Marconi Perillo (PSDB); e o senador Wilder Morais (PL). Gracinha Caiado será candidata ao Senado.

PUXOU PARA A LAMA

Até entre petistas mais ponderados, a atitude do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), de apresentar queixa-crime contra o relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PP-AL), foi considerada “muito baixa”. O petista agarrou pelo braço a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do projeto contra a misoginia, para dar um “atestado de bons costumes” à denúncia. Pegou mal porque o acusado negou as acusações de estupro de vulnerável. Segundo o relator, foi um adolescente, parente de Alfredo Gaspar, quem engravidou a também adolescente.

PENSE NISSO!
Estava aqui pensando: se João Campos ou Nikolas Ferreira, por exemplo, não podem ser presidente da República porque nenhum deles tem idade – nem quero falar de competência – por que, então, o “Vô Toinho”, com oitenta e lá vai fumaça, pode presidir o país, um estado ou ser prefeito?

Talvez o ideal fosse uma mudança na Constituição para limitar a dois mandatos – consecutivos ou não. E, quem sabe, estabelecer também uma idade máxima, já que existe uma mínima.

O que ocorre no Brasil é que a praga da reeleição leva um gestor público a ficar oito anos no cargo, dá quatro anos de “sossego” ao cidadão eleitor e mais oito, e assim sucessivamente, ad infinitum.  Acaba virando um moto-contínuo, alimentado pela energia do pagador de impostos e fustigando egos elásticos.

O certo é que, do jeito que está, o mundo político estressa o cidadão em demasia.

Pense nisso!

 






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