DIAGNÓSTICO
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Pela primeira vez, IBGE divulga dados sobre o transtorno do espectro autista; prevalência é maior entre crianças e adolescentes, especialmente meninos
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Pela primeira vez, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trouxe dados sobre o transtorno do espectro autista (TEA) no país. Foram identificadas 2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de TEA no Brasil, o que corresponde a 1,2% da população.
O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (23) como parte do Censo Demográfico 2022. As informações foram obtidas a partir de um questionário da amostra, no qual o responsável pelo domicílio informava se algum morador havia recebido diagnóstico de autismo por um profissional de saúde.
O levantamento mostra que o diagnóstico é mais frequente entre homens. Ao todo, são 1,4 milhão de homens e 1 milhão de mulheres com diagnóstico no país.
“Acreditamos que houve mudança nesse cenário, a gente vê a incidência só aumentar”, alerta Frínea Andrade, psicóloga especialista em autismo ediretora do Instituto Dimitri Andrade.
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No entanto, apesar do censo ser o de 2022, a especialista destacou, em entrevista à coluna Saúde e Bem-Estar deste JC, que são informações valiosas. “Todas essas informações são de extrema relevância para a gente pensar em políticas públicas e personalização dos tratamentos”, explica.
Distribuição regional e perfil etário
A distribuição regional segue, em linhas gerais, a concentração populacional do país:
- Sudeste: pouco mais de 1 milhão de pessoas;
- Nordeste: 633 mil;
- Sul: 348,4 mil;
- Norte: 202 mil;
- Centro–Oeste: 180 mil.
Em termos proporcionais, não há grandes diferenças entre as regiões. “Não existe grande diferença entre as Grandes Regiões. O Centro-Oeste tem uma proporção um pouco menor, com 1,1%, enquanto as demais têm 1,2% da população com diagnóstico de TEA”, explicou Raphael Alves, da equipe técnica do Censo.
Prevalência é maior entre crianças
Os dados mostram que o diagnóstico de autismo é mais comum entre crianças e adolescentes. Na faixa etária de 5 a 9 anos, a prevalência chega a 2,6%, a maior entre todos os grupos.
Na sequência, aparecem as faixas de 0 a 4 anos (2,1%), 10 a 14 anos (1,9%) e 15 a 19 anos (1,3%). Juntas, essas faixas somam 1,1 milhão de pessoas com TEA de 0 a 14 anos.
Nos grupos etários a partir dos 20 anos, os percentuais caem, variando entre 0,8% e 1,0%.
Meninos têm mais diagnóstico que meninas
Na faixa de 5 a 9 anos, 3,8% dos meninos têm diagnóstico de TEA, o equivalente a 264,6 mil crianças. Entre as meninas da mesma idade, o percentual é de 1,3%, somando 86,3 mil.
Situação semelhante é observada no grupo de 0 a 4 anos, com prevalência de 2,9% entre meninos e 1,2% entre meninas.
Agora, nos adultos a partir dos 45 anos, os percentuais entre homens e mulheres se igualam. Nas faixas de 50 a 54 e 60 a 69 anos, as mulheres apresentam leve predominância, com diferença de 0,1 ponto percentual em relação aos homens.
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