Ministro do STF argumenta que mudanças podem aproximar eleitores dos representantes e fortalecer a governabilidade, embora proposta não seja popular
Publicado em 18/02/2025 às 9:43
| Atualizado em 18/02/2025 às 9:45
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-970×250-1” });
}
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, defendeu o voto distrital misto para eleições legislativas e o semipresidencialismo, durante um evento institucional em Campinas (SP), nesta segunda-feira (17). Para o ministro, a mudança pode “pode trazer bons frutos para o País”.
“Uma das dificuldades do direito é que você não pode testar em laboratório como se testa um medicamento, mas eu acho que vale a experiência e acho que pode trazer bons frutos para o país“, afirmou Barroso.
Apesar da defesa do magistrado, o semipresidencialismo enfrenta forte resistência entre os brasileiros. Segundo pesquisa da AtlasIntel, 71% da população se opõe à substituição do atual regime presidencialista pelo modelo semipresidencialista, que ampliaria o poder do Congresso ao assumir parte das funções do governo federal.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
A proposta, protocolada pelos deputados Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) e Lafayette Andrada (Republicanos-MG), contou com apoio de 181 parlamentares. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), já sinalizou simpatia pelo modelo, mas afirmou que não há urgência para sua tramitação.
Além do semipresidencialismo, Barroso defendeu o voto distrital misto, argumentando que ele aproximaria a população de seus representantes.
“É um modelo que eu considero ideal porque permite que o eleitor saiba, efetivamente, quem o representa. Eu acho que o voto distrital misto, eu vou explicar aqui agora, ele tem uma dimensão da proporcionalidade, de representação política, mas assegura que o eleitor saiba quem o representa e acho que isso vai diminuir esse distanciamento entre a política e a sociedade civil”, destacou.
O voto distrital misto propõe uma mudança no atual modelo proporcional, que distribui as cadeiras com base na votação dos partidos e coligações. Pela nova proposta, os Estados e municípios seriam divididos em distritos, onde metade dos parlamentares seria eleita pelo voto majoritário, garantindo vitória aos mais votados de cada região. A outra metade continuaria sendo escolhida pelo sistema proporcional, mantendo a representatividade partidária no processo eleitoral.
Na última semana, Hugo Motta disse que criará uma comissão especial para discutir o projeto 9.212/17, já aprovado pelo Senado, que propõe a implementação do voto distrital misto nas eleições proporcionais.
No entanto, o colegiado só deve ser formalizado após a definição das comissões permanentes da Câmara, prevista para depois do Carnaval.
O Estadão mostrou que os parlamentares querem que um modelo de voto distrital misto e o aumento do número de deputados estreiem no próximo pleito. Para isso, as propostas precisariam ser aprovadas até setembro deste ano.



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/hera-em-vaso-suspenso-202605132200.jpeg?w=300&resize=300,300&ssl=1)



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-robo-agricola-inteligente-2977344169.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)







/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/hera-em-vaso-suspenso-202605132200.jpeg?w=150&resize=150,150&ssl=1)

