Após marchas e contramarchas Governo do Estado consegue vencer obstáculos criados pela oposição

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Após marchas e contramarchas Governo do Estado consegue vencer obstáculos criados pela oposição



A investida em relação à Compesa foi a mais recente utilizada pela oposição, de muitas desde o início do ano, com o objetivo de criar entraves

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Dirceu Rodolfo, negou-se a aceitar, na última sexta-feira, três pedidos de medidas cautelares de prefeitos de oposição para impedir a concessão de parte dos serviços da Compesa em leilão marcado para o dia 18 de dezembro. A decisão do conselheiro, que acompanhou todo o processo sobre a concessão da empresa, dá ao Palácio das Princesas as credenciais para realizar o leilão sem atropelos. Em seu despacho, ele afirmou que a documentação sobre o assunto “foi devidamente disponibilizada” no tempo devido e acrescentou : “não há comprovação de vício formal ou material que comprometa a legalidade do processo decisório ou que demonstre prejuízo concreto à análise de mérito os documentos de concessão regionalizada dos serviços de água e esgoto”.

A investida em relação à Compesa foi a mais recente utilizada pela oposição de muitas que se seguiram desde o início deste ano com o objetivo de criar entraves à administração Raquel Lyra. Mas se o Governo foi atropelado pelo processo de desgaste que começou quando os oposicionistas assumiram as três principais comissões da Assembleia, nos últimos tempos está conseguindo afastar, um a um, todos os obstáculos criados na Alepe ou fora dela. A CPI da Publicidade, que criou muita celeuma, é dada como carta fora do baralho pelos governistas após decisões judiciais e o empréstimo de R$ 1,5 bi, seguro por três meses nas comissões, foi aprovado em plenário na semana passada com votos até mesmo de oposicionistas.

O outro pedido de empréstimo de R$ 1,7 bi foi analisado na Comissão de Justiça e, da mesma forma, será aprovado no plenário, onde o Governo tem maioria. Por fim, o Tribunal de Contas, que havia suspendido o contrato de publicidade do Governo, alegando irregularidades, voltou atrás, após decisões contrárias do Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal que julgaram improcedentes os motivos alegados pela Corte de Contas para a medida tomada e autorizaram o Palácio do Campo das Princesas a voltar a operar normalmente com o contrato assinado.



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