Humberto conquista mais de 60 prefeitos raquelistas e limita ação dos nomes da chapa da governadora

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Humberto conquista mais de 60 prefeitos raquelistas e limita ação dos nomes da chapa da governadora



A informação acendeu uma luz amarela entre pré-candidatos que aguardam a oficialização da chapa da governadora para tentar recuperar o tempo perdido

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O senador Humberto Costa confessou recentemente a lideranças do PT que já conseguiu o apoio de mais de 60 prefeitos leais à governadora Raquel Lyra. Essa informação acendeu uma luz amarela entre os pré-candidatos que aguardam a oficialização da chapa da governadora para cair em campo e tentar recuperar o tempo perdido para os pré-candidatos do ex-prefeito João Campos que foram anunciados e começaram a arregimentar apoios há quase quatro meses.

Embora o assunto não tenha sido comentado oficialmente, nos bastidores políticos já se fala da ansiedade que tomou conta dos nomes citados mas ainda não confirmados pela governadora. Eles temem que não haja tempo para alcançar todos os recantos do estado onde os prefeitos são fundamentais para casar o voto de Raquel Lyra com os seus senadores. Humberto correu por fora e, na condição de senador, amarrou apoios com a justificativa de que estava apenas pedindo um dos dois votos para o Senado. Além disso, falou da possibilidade do presidente Lula vencer a eleição dando-lhe as credenciais para atuar mais em todo o estado.

“-Estamos atrasados mas a governadora tem força suficiente para mudar muita coisa”- afirmou a este blog um desses pré-candidatos que justifica seu posicionamento com a história política do estado onde governadores bem avaliados, como lembrou recentemente no programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, o cientista político Adriano Oliveira, costumam eleger seus dois senadores.

Este ano, no entanto, desde que foi iniciado o processo eleitoral com dois nomes muito fortes como a governadora e o ex-prefeito, que pessoas entendidas de política e do voto no estado passaram a apostar na possibilidade de Raquel eleger um senador e João Campos o outro. Na lógica desses observadores, um senador seria de esquerda e o outro de centro com o poder de conquistar votos da direita que tem dois pré-candidatos, um do Novo e o outro do PL, que ainda não passaram pelo teste da urna em campanhas majoritárias.



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