Ata do Copom e relatório do BC advertem o governo Lula sobre gastos excepcionais que travam redução mais consistente da taxa Selic em 2026.
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Relatórios de Política Monetária são documentos muito bem escritos pelos Bancos Centrais de vários países para dizer ao governo o que está fazendo de errado. De uma forma tão suave que o ministro da Fazenda no cargo não raro até acredita que está operando no caminho certo. Embora a equipe saiba que precisa ajustar as contas para não ver a taxa de juros nos meses seguintes desmoralizá-la.
O RPM de junho do Banco Central, divulgado nesta quinta-feira (25), é um bom exemplo de como a autoridade monetária adverte suavemente o governo Lula, dizendo: olha, as ações governamentais anunciadas recentemente podem gerar demanda e medidas de caráter fiscal ou de crédito têm impacto sobre a atividade econômica e sobre a inflação. É uma forma educada de dizer: olha, vocês estão afundando o “pé na jaca” e isso vai dar ruim.

Decreto que garante o bloqueio de recursos de operadoras irregulares de apostas. – Ricardo Stucker
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Vai da ruim
Vai dar mesmo. A despeito de nesta quinta-feira (25), o governo ter recebido a melhor notícia que poderia ter em meses com a queda dos preços do petróleo voltando aos níveis pré-guerra do Irã/Estados Unidos/Israel. O mercado global está tão ávido por uma normalização dos preços que antecipou o acordo de paz a partir do movimento de navios no Estreito de Ormuz.
Problema doméstico
Mas o nosso problema é mais doméstico mesmo. E o que o BC está dizendo ao ministro Dario Durigan é que o governo Lula não está colaborando em nada. O documento diz que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual. E a falta de clareza sobre a trajetória reforça a manutenção da desancoragem por período mais prolongado, que teria consequências sobre a credibilidade do sistema de metas.
Em português claro: se o governo em campanha não ajudar no combate à inflação, aquela proposta de inflação dentro da meta fica distante e força o Banco Central a atrasar a redução da taxa básica de juros.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. – Divulgação
Aposta no futuro
O Copom deu uma força ao governo na última reunião, dizendo alguma coisa parecida com uma mensagem de “crença no futuro”. Tipo: Olha, a gente está liderando 0,25% na Selic, mas a gente está olhando para o início de 2028. Ainda que no texto da ata do Copom tenha dito que a piora nas projeções de inflação exigiria “variações abruptas de direção e de grande magnitude.”
Ou seja: está avisando o governo que, enquanto Lula só pensar em gastar, o máximo que o Copom pode aliviar é 0,25%. Não dá para pensar em algo mais robusto com um pacote de despesas que já tem mias despesas fora do orçamento que o outro que próprio Lula negociou com o Congresso em 2022 liderado por Arthur Lira, antes da posse.
Bem na foto
E o kit de programas não para de crescer sem nenhuma referência ao mundo real e acaba se perdendo. Inclusive com umas coisas estranhas como por exemplo um programa de recuperação de celular roubado, um Refiz de MEI em até 145 meses e até um decreto muito estranho de bloqueio de aposta em bets. Tudo para que o fotógrafo de Lula, Ricardo Stuckert, faça uma daquelas fotos de Lula com decreto assinado imitando o modelo Donald Trump, que, aliás, é muito brega.

Governador do Estado do Ceará, Elmano de Freitas; do Prefeito de Horizonte, Nezinho Farias. – Divulgação
Carro elétrico CE
A MG Motor, marca de origem britânica com mais de 100 anos de história, anunciou que planeja a montagem nacional de seus veículos por meio de uma parceria estratégica com a PACE (Planta Automotiva do Ceará), em Horizonte, Ceará, dos veículos MG4 Urban, hatch elétrico urbano que será lançado em breve no Brasil com design icônico e tecnologia de ponta, e do MGS5, um SUV elétrico.
O investimento será de R$ 60 milhões para o preparo da linha de montagem e adequação tecnológica da planta e R$ 340 milhões em inovação e P&D. A operação projeta a produção de 50 mil veículos ao longo dos próximos quatro anos.
Duplicata escritural
A B3, a bolsa do Brasil, recebeu autorização do Banco Central para atuar na atividade de escrituração de duplicatas escriturais. A aprovação ocorre após a conclusão dos testes individuais e dos testes integrados realizados com as demais escrituradoras e registradoras participantes do primeiro ciclo. Com a autorização, a B3 passa a exercer a função de escrituradora no novo modelo.
Cade multa B3
Entretanto, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a condenação da B3 por supostas práticas anticoncorrenciais nos mercados de registro e depósito de ativos financeiros e valores mobiliários. A recomendação consta da Nota Técnica nº 48/2026 e será agora analisada pelo Tribunal Administrativo do órgão responsável pela decisão final do caso.
Segundo a análise da autoridade antitruste, a B3 teria utilizado sua posição dominante em segmentos essenciais da infraestrutura do mercado financeiro para criar incentivos à concentração de operações em sua própria estrutura, dificultando a atuação de concorrentes e elevando os custos de migração para outras plataformas.

Vini Jr. pela seleção brasileira na Copa do Mundo. cada gol da Seleção nas últimas semanas valeu 210 milhões de euros. – Divulgação FIFA
Preço do gol
A Calculadora Betfair, plataforma desenvolvida para analisar o valor de mercado dos jogadores do Brasil desde o torneio de seleções em 2006, apontou que cada gol da Seleção nas últimas semanas valeu 210 milhões de euros. O dado é calculado com base no quanto valem os nomes envolvidos diretamente cada vez que a rede balançou até aqui, ou seja, quem deu a assistência e quem de fato marcou nas partidas.
A primeira plataforma peer-to-peer de apostas do mundo: o Exchange, funciona como uma verdadeira bolsa de apostas que conecta diretamente os jogadores, permitindo que ofereçam e aceitem odds entre si em tempo real. Até o momento, cinco jogadores participaram diretamente dos gols da Seleção Brasileira. Vinícius Júnior, do Real Madrid (ESP), revelado pelo Flamengo e avaliado em €200 milhões, é o atleta de maior valor de mercado da lista. Será:
O aumento da inadimplência empresarial brasileira começa a gerar reflexos que vão além da dificuldade de acesso ao crédito. Passou de 11,66% no número de empresas negativadas, o volume de dívidas em atraso para14,70% em um ano. Na prática, isso significa que mais empresas estão chegando ao segundo semestre com restrições financeiras e acumulando um número maior de compromissos em aberto.
Esse cenário reduz o poder de barganha nas negociações com fornecedores e dificulta a obtenção de condições comerciais mais favoráveis em um período estratégico para as vendas.
A Confederação Nacional do Comércio (CNC) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.340.
A ação questiona a aplicação sancionatória da Portaria MTE nº 1.419/2024 e de subitens da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01), que tornaram obrigatória a inclusão de “fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho” no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas.
A ação identifica a ausência de base legal e a invasão de competência do MTE, que extrapolou os limites do poder regulamentar ao inovar, de forma autônoma, critérios multifatoriais de saúde mental, sem que houvesse lei formal prévia editada pelo Congresso Nacional capaz de provocar asfixia financeira dos pequenos negócios (Art. 170 da CF).













