Em nota, Flávio confirma que pediu dinheiro porque havia “atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O deputado Mário Frias (PL-SP) e a produtora responsável pelo filme que retrata a carreira política de Jair Bolsonaro divulgaram nota para negar que o banqueiro Daniel Vorcaro tenha contribuído com recursos para a produção cinematográfica. As explicações de Frias, que é produtor executivo do filme, e da Goup Entertainment contradizem o conteúdo da nota divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Flagrado em conversa com Vorcaro, o senador aparece pedindo dinheiro ao banqueiro no final do ano passado, como noticiado pelo site Intercept Brasil e confirmado pelo Estadão. Na nota, Flávio Bolsonaro confirma que pediu dinheiro e que o pleito foi feito porque havia “atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”. Ou seja, o senador dá a entender que Vorcaro já tinha feito contribuições e que parte dos compromissos financeiros estavam atrasados.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Já Frias e a produtora Goup asseguram que não há recursos do banqueiro na produção. Em nota, o deputado bolsonarista diz que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”, título do filme sobre Jair Bolsonaro que será lançado em setembro deste ano. “E, ainda que houvesse (dinheiro de Vorcaro) não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco”, sustenta o deputado.
A empresa que responsável pela produção do filme Dark Horse repetiu o mesmo argumento de que não recebeu dinheiro de Vorcaro. “A Goup Entertainment afirma categoricamente que, dentre os mais de uma dezena de investidores que compõem o quadro de financiadores do longa-metragem Dark Horse, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário”.
As notas divulgadas nesta quarta-feira, 13, ainda revelam uma outra contradição. Apesar de Flávio e Frias sustentarem que na época do pedido de recursos não havia nada contra o dono do Banco Master, já era de conhecimento público que a PF investigava o banqueiro. Em áudio divulgado pelo site Intercept Brasil de mensagem enviada a Vorcaro, o próprio Flávio Bolsonaro menciona o fato de o banqueiro estar passando por dificuldades naqueles momento. O áudio é do final de 2025.
Veja a íntegra da nota do senador Flávio Bolsonaro
Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.
Veja a íntegra da nota do deputado Mário Frias
Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
- 1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte – o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
- 2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
- 3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional – com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
- 4. Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
- 5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.
Veja a íntegra da nota da produtora do filme
A GOUP Entertainment esclarece, preliminarmente, que a legislação norte-americana aplicável a operações privadas de captação no setor audiovisual veda a divulgação da identidade de investidores cujos aportes encontrem-se resguardados por acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements). Trata-se de prerrogativa contratual e regulatória legítima, assegurada aos financiadores de projetos estruturados sob o regime de investimento privado, e que esta produtora é obrigada a observar.






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/05/magnific-girassol-florido-em-vaso-2971116763.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)










