Peter Jackson recebeu a Palma de Ouro honorária durante a abertura do Festival de Cannes. O prêmio foi entregue por Elijah Wood, ator que estrelou a trilogia “O Senhor dos Anéis“, um dos trabalhos mais célebres da carreira do cineasta homenageado.
“Peter cresceu em um país que, naquela época, quase não tinha indústria cinematográfica. Mas, fiel ao seu estilo, isso não o impediu de nada”, disse Wood na ocasião. “Quando eu tinha apenas 18 anos, “O Senhor dos Anéis” não foi apenas o início da jornada de Frodo, mas o início da minha própria. Então, Pete, eu realmente não tenho palavras para te agradecer por isso.”
Reconhecido por blockbusters de sucesso e pelos filmes de baixo-orçamento que marcaram o início da sua carreira, o próprio Jackson brincou que a Palma de Ouro não “faz muito o seu estilo”, mas agradeceu a honraria e disse que não estaria ali se o seu primeiro longa, “Náusea Total“, de 1987, não tivesse sido bem recebido no Mercado do Filme de Cannes.
“Se o filme não tivesse vendido bem no mercado aqui, eu teria voltado para a Nova Zelândia para o meu emprego de gravador de fotos. Felizmente, vendeu muito bem. Foi o que deu início à minha carreira.”
Ele também relembrou a edição em que apresentou no festival, em 2001, alguns minutos do primeiro “O Senhor dos Anéis”, o que ajudou a projetar o filme comercialmente. Após seu discurso de agradecimento, as atrizes Jane Fonda e Gong Li oficializaram o início do evento e celebraram a oportunidade de, vindas de regiões diferentes, estarem ali unidas.
“O cinema transcende idiomas, culturas e gerações. Ele fala sobre o que todos nós compartilhamos —as emoções humanas. O cinema nos permite encontrar e conectar. Esse é o poder do cinema”, disse Fonda, que ainda fez menções ao cenário político atual, marcado pela descentralização de vozes internacionais.
“Eu acredito no poder das vozes. Vozes na tela, vozes fora da tela e, definitivamente, vozes nas ruas — especialmente agora. O cinema sempre foi um ato de resistência porque contamos histórias, e são as histórias que constroem uma civilização, histórias que trazem empatia aos marginalizados, histórias que nos permitem sentir em meio às diferenças.”
Em seguida, a comédia “La Vénus Électrique” foi exibida como o filme de abertura dessa edição, que acontece em Cannes, na França, até 23 de maio.

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