A Virada Cultural anunciou nesta sexta-feira (8), em evento no Theatro Municipal, a programação completa de sua edição deste ano. O evento gratuito, promovido pela Prefeitura de São Paulo, acontece entre os dias 23 e 24 de maio.
Sob o slogan “o festival do festivais”, o evento terá cerca de 1.200 shows espalhados por 21 palcos, cinco deles no centro da cidade, e cem espaços culturais. A novidade é a participação mais ativa de museus como o Masp, que pela primeira vez ficará aberto e com entrada gratuita durante as 24 horas do evento.
A Virada terá em seu palco principal, no Vale do Anhangabaú, shows do espanhol Manu Chao e de atrações nacionais como Marina Sena, Seu Jorge, Péricles, Alexandre Pires e Luísa Sonza. O grupo de jazz do Benin, Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, completa essa lista, além das três escolas de samba mais bem colocadas no último Carnaval de São Paulo.
As atrações foram anunciadas pelo secretário municipal de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente. Ele citou a participação da equipe de aparelhagem paraense Crocodilo no ano passado como um sucesso. Desta vez, a Virada receberá outra aparelhagem, o Carabao, e terá também uma radiola —sistema de som comandado por DJ tocando reggae— maranhense.
Em 2026, a Virada Cultural espera receber um público maior do que no ano passado, quando a Prefeitura divulgou que 4,7 milhões de pessoas estiveram no festival. Como nos últimos anos, o evento terá atrações espalhadas por todas as regiões da cidade.
A estrutura deve ser parecida com a do ano passado, sendo que o prefeito Ricardo Nunes, do MDB, afirmou que o evento agora vai custar menos aos cofres públicos —R$ 40 milhões, contra mais de R$ 50 milhões em 2025. “Mas não houve perda em relação a quantidade de atrações”, ele disse.
Segundo Nunes, isso foi possível por causa das parcerias com os Sescs, que receberão mais shows, Masp e Instituto Moreira Salles, além do poder público de outras regiões. Governos da China, Coreia do Sul, Maranhão, Goiás e Rio Grande do Sul, entre outros, segundo Totó Parente, patrocinaram atrações do evento.
A prefeitura e seus secretários anunciaram um aumento de 47% no efetivo da Guarda Civil Metropolitana, um total de 2.800 guardas. Serão ainda 9.000 agentes, 4.800 policiais militares e 2.600 seguranças privados, além de 712 viaturas —um acréscimo de 27% em relação ao ano passado nos automóveis.
A administração municipal aposta em tecnologia de câmeras e drones para diminuir a sensação de insegurança e os roubos de celulares. Ricardo Nunes afirmou que “se for bandido, tenho certeza de que vai ter uma viagem sem volta para a casa dele”.
A Virada Cultural terá ainda um aumento de quase 30% na quantidade de banheiros públicos, uma reclamação recorrente das plateias do festival. Em relação ao transporte público, 50 linhas noturnas vão operar com frota reforçada.
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