A condição, conhecida como colelitíase, pode permanecer silenciosa por anos, mas apresenta riscos quando não diagnosticada ou tratada adequadamente
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O aumento de casos de cirurgias para retirada da vesícula biliar voltou a chamar atenção, inclusive após episódios recentes envolvendo figuras públicas locais que precisaram passar por procedimentos de emergência devido a cálculos biliares.
A condição, conhecida como colelitíase, é frequente e pode permanecer silenciosa por anos, mas apresenta riscos quando não diagnosticada ou tratada adequadamente.
Formação das pedras
A vesícula biliar, localizada abaixo do fígado, tem a função de armazenar a bile, substância essencial para a digestão de gorduras.
A formação de pedras ocorre quando há desequilíbrio na composição dessa bile, geralmente por excesso de colesterol ou bilirrubina, ou ainda quando o órgão não se esvazia corretamente.
Na maioria dos casos, os cálculos não apresentam sintomas e são descobertos de forma incidental em exames de rotina. No entanto, quando se manifestam, os sinais costumam ser intensos.
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A dor típica aparece na parte superior direita do abdômen, especialmente após a ingestão de alimentos gordurosos, podendo irradiar para as costas ou ombro direito. Náuseas, vômitos e sensação de estufamento também são comuns.
Dor pode ser apenas o começo
De acordo com o gastroenterologista e especialista em endoscopia digestiva Justiniano Luna, da Endogastro Recife, a dor pode ser apenas um indicativo inicial de quadros mais graves.
“Quando a pedra obstrui a saída da vesícula, a dor é intensa e incapacitante. Mas o maior risco é quando ocorre inflamação ou infecção, pois a situação pode evoluir rapidamente para quadros graves”, explica.
Entre essas complicações está a colecistite aguda, uma inflamação da vesícula que exige atendimento médico imediato. O quadro pode incluir febre, dor contínua e mal-estar, além do risco de necrose do órgão.
Em casos mais avançados, pode haver perfuração da vesícula, levando à peritonite e até sepse.
A doença também pode desencadear pancreatite aguda, considerada uma das condições mais dolorosas da medicina, quando os cálculos migram e obstruem o pâncreas.
Diversos fatores estão associados ao aumento do risco de desenvolver pedras na vesícula. Entre eles estão obesidade, perda rápida de peso, dietas restritivas, sedentarismo, gravidez, histórico familiar e uso de anticoncepcionais hormonais. Longos períodos de jejum também contribuem para o problema.
Tratamento e cirurgia
Nem todos os casos exigem intervenção imediata. Pacientes assintomáticos podem ser acompanhados com exames periódicos.
No entanto, após a primeira crise de dor, a indicação cirúrgica tende a ser recomendada, já que os episódios costumam se repetir e se intensificar.
A retirada da vesícula, chamada colecistectomia, é realizada por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva que permite recuperação mais rápida.
Após o procedimento, o organismo continua funcionando normalmente, com a bile sendo liberada diretamente pelo fígado.
“Após a primeira crise sintomática, a recomendação costuma ser a retirada da vesícula. Isso evita complicações que podem ser muito mais graves do que o procedimento cirúrgico”, afirma o especialista.
Sinais de alerta
Sintomas comuns:
- Dor intensa no lado direito do abdômen
- Náuseas e vômitos após refeições gordurosas
- Estufamento e má digestão
- Dor irradiada para costas ou ombro direito
Sinais de urgência:
- Febre associada à dor abdominal
- Pele ou olhos amarelados (icterícia)
- Dor contínua por horas
- Mal-estar intenso
Possíveis complicações:
- Inflamação e necrose da vesícula
- Pancreatite aguda
- Infecção generalizada (sepse)
O principal exame para diagnóstico é a ultrassonografia abdominal, que permite identificar a presença de cálculos e orientar o tratamento de forma segura.
O alerta dos especialistas é direto: dores abdominais recorrentes e intensas não devem ser ignoradas. O diagnóstico precoce pode evitar a progressão para quadros graves e garantir um tratamento mais simples e eficaz.
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