Leitor da coluna denuncia a quantidade de lixo pelas ruas de Olinda e cobra da gestão municipal maior efetividade da limpeza urbana
JC
Publicado em 26/04/2026 às 5:07
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Lixo recolhido e deixado nas calçadas de Olinda
A Prefeitura de Olinda faz serviço de preguiçoso ao recolher os lixos das galerias e avenidas, capinar os matos dos meios-fios… Mas, em vez de recolher os entulhos, deixam nas calçadas. O que acontece: vem vento e ou as chuvas e leva todo lixo para as galerias novamente. Confesso que não dá para entender a lógica desse serviço, que na prática acaba se tornando um desserviço para o município.
Rômulo Alves, por e-mail
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Multa indevida da CTTU
Recebi uma notificação de multa por ter excedido em 16% o limite de velocidade da rodovia, que é de 50 km. O artigo 267 do código de trânsito diz que se exceder em até 20%, essa notificação deve ser uma carta de advertência, sem pagamento de multa. Aguardo essa carta da CTTU.
Douglas Lobato, por e-mail
Fim dos penduricalhos
Na última semana, uma desembargadora do Pará criticou o fim do pagamento dos penduricalhos para os magistrados e ainda se atreveu a comparar a situação com o período da escravidão. A magistrada em questão recebeu R$ 91 mil do “salário escravo” no País onde os privilegiados recebe um salário mínimo R$ 1.621. É muita falta de noção de realidade dessa categoria que se acostumou com as regalias.
Henrique Lotto, por e-mail
Capitania hereditária
Enquanto um político ainda jovem, eu esperava que o ex-prefeito do Recife e candidato a governador, João Campos, usasse uma campanha eleitoral sem pieguices, quando chegou a mostrar que sofreu muito com a morte do seu pai (Eduardo Campos), inclusive divulgando a foto do falecido. Aliás, ainda no início do lançamento da sua candidatura, João também explorou o fato de ser bisneto de Miguel Arraes e filho de Eduardo Campos, como se isso fosse credenciais para governar Pernambuco, parecendo mais que aqui temos uma linhagem sucessória.
Marco Wanderley, por e-mail
Prestação de serviço
Na minha opinião, Estado, municípios e concessionárias de serviços públicos deveriam remunerar a coluna Voz do Leitor pela assessoria prestada. Enquanto dirigentes de órgãos apenas “comparecem” ao trabalho, são os cidadãos que fiscalizam e fornecem informações valiosas, para somente após as denúncias, alguma providência ser tomada. Ainda bem que a coluna existe. As informações são diárias: vias esburacadas, semáforos queimados, canos estourados, postes caindo e ruas tomadas por assaltos. A máquina pública dispensa assessoria apenas quando o assunto é multar, cobrar juros, cortar água e luz, ou criar penduricalhos.
Silvio Romero, por e-mail
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