A curadora da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) Ana Lima Cecilio disse que “acharia fantástico ter o Paulo Coelho” no evento. Não foi uma declaração espontânea. Ela foi indagada, na entrevista coletiva ao final do evento, se a Flip está pronta para receber esse tipo de autor, depois de um ano com Felipe Neto e Carla Madeira.
“Eu acho que é uma figura muito interessante”, afirma. Cecilio diz que a mesa de Carla Madeira tinha sido criticada por ser muito comercial. A curadora dispensa a crítica. “É uma bobagem. Ela é a maior vendedora de livro desse país.”
Se, por um lado, a Flip costuma ser criticada por propor debates herméticos e discussões apartadas das urgências do mundo, por outro, a decisão da curadoria de trazer Felipe e Madeira foi rebatida com quem dissesse que o evento já não é mais o mesmo.
“Foi muito importante trazer. A Flip consegue trazer pessoas que furam a bolha. E o Paulo Coelho, eu acho este homem, não é um fenômeno? É, né?”, diz. A curadora diz que Coelho, que vive em Genebra, falou que não volta ao Brasil.
Cecilio foi confirmada como a curadora da Flip do ano que vem, que ainda não tem data certa.
Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip, explicou que a data da edição de 2025 depende dos patrocinadores acertarem a participação na festa com antecedência. Se isso ocorrer até dezembro, a festa deve acontecer na primeira semana de agosto. Se esse prazo não for alcançado, a edição do ano que vem da festa deve ocorrer na primeira semana de outubro ou na terceira semana de outubro.
A festa literária tem um plano plurianual aprovado no âmbito da Lei Rouanet, o que pode facilitar a adesão antecipada dos patrocinadores e patronos do evento.
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