João Campos deixa Prefeitura para tentar seguir passos do bisavô Miguel Arraes e do pai Eduardo Campos

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João Campos deixa Prefeitura para tentar seguir passos do bisavô Miguel Arraes e do pai Eduardo Campos


Renúncia marca nova etapa do projeto político de João, que busca repetir trajetória familiar e disputar o Governo de Pernambuco em 2026



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Após cinco anos e três meses, João Campos (PSB) deixou a Prefeitura do Recife nesta quinta-feira (2), ao assinar o ato de renúncia. A partir de agora, passa a se dedicar integralmente à pré-candidatura ao Governo de Pernambuco, em um movimento que o coloca na tentativa de seguir os passos do bisavô Miguel Arraes e do pai, Eduardo Campos, ex-governadores do Estado.

Aos 32 anos, João chega ao novo momento com uma trajetória política consolidada e marcada por uma ascensão rápida. Em apenas oito anos de vida pública, acumulou um mandato de deputado federal, dois como prefeito do Recife e a presidência nacional do Partido Socialista Brasileiro.

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Eleito em 2018 como o deputado federal mais votado da história de Pernambuco, João deixou a Câmara após dois anos para disputar a Prefeitura do Recife. Em 2020, venceu no segundo turno a então candidata e prima, Marília Arraes – à época no PT e hoje no PDT, como aliada. Quatro anos depois, foi reeleito ainda no primeiro turno, com a maior votação já registrada na capital pernambucana.

Para 2026, o projeto político de João aponta para a disputa eleitoral de outubro, na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, ocupado por gestões do PSB entre 2007 e 2022. Agora ex-prefeito, João já afirmou que pretende percorrer todos os municípios de Pernambuco até o pleito, representando o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Mandatos como Prefeito

À frente da Prefeitura do Recife desde 2021, João Campos iniciou o primeiro mandato em meio à pandemia da Covid-19 e, no ano seguinte, viveu o desafio causado pelos impactos das chuvas que atingiram a capital e a Região Metropolitana.

No plano político, manteve maioria na Câmara Municipal ao longo do mandato, com baixa intensidade de enfrentamento por parte da oposição. O cenário garantiu a tramitação de projetos do Executivo e a execução de ações previstas pela gestão.

Apesar do amplo apoio político no Legislativo, a administração também foi alvo de questionamentos, que resultaram em críticas e uma oposição mais atuante nos anos subsequentes. Entre as polêmicas, suspeitas relacionadas a contratos de obras do Hospital da Criança e uma auditoria especial envolvendo a política de creches, temas que foram explorados por órgãos de controle e por vereadores de oposição.

Em 2024, João Campos foi reeleito prefeito do Recife em primeiro turno, com a maior votação registrada na cidade. A eleição também resultou em uma Câmara com presença ampliada de aliados, ao mesmo tempo em que trouxe uma nova leva de nomes de oposição com atuação mais frequente no debate político local.

Projeção nacional

Além da atuação em Pernambuco, João Campos também passou a ter o nome citado em discussões sobre a renovação de lideranças no cenário nacional. Em entrevistas e declarações públicas, o ex-ministro José Dirceu (PT) mencionou o prefeito como um dos quadros políticos observados em projeções sobre o período pós-Luiz Inácio Lula da Silva.

Desde que assumiu a presidência nacional do Partido Socialista Brasileiro, o prefeito ampliou a participação em articulações fora de Pernambuco. Nesse papel, atuou nas negociações que resultaram na composição da chapa presidencial de 2026, confirmada na última terça-feira (31), com a indicação de Geraldo Alckmin como candidato a vice na candidatura de Lula à reeleição.

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