Iniciativa oferece percurso narrado com audiodescrição e Libras, detalhando quatro pontos históricos da cidade para pessoas com deficiência visual
JC
Publicado em 16/03/2026 às 10:34
| Atualizado em 16/03/2026 às 10:41
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O projeto Visões Sonoras da Cidade, que transforma paisagens urbanas em experiências narradas, realiza no dia 19 de março uma visita guiada acessível a quatro pontos históricos do Recife, com audiodescrição ao vivo e interpretação em Libras, aberta ao público.
O que é o Visões Sonoras da Cidade
A iniciativa busca tornar a memória e a identidade da cidade mais acessíveis para pessoas com deficiência visual e neurodivergentes, permitindo que detalhes arquitetônicos, cores, formas e texturas sejam compreendidos por meio da audiodescrição.
Em sua segunda edição, o projeto promove um percurso sensorial pelo Centro do Recife, fortalecendo o sentimento de pertencimento urbano.
Como será a visita
A visita guiada acontece no dia 19 de março, com saída às 14h em frente ao Mercado de São José. O percurso segue para o Pátio do Terço, passa pelo Pátio de São Pedro e termina no Parque de Esculturas Francisco Brennand.
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Durante o trajeto, serão oferecidas audiodescrições ao vivo e interpretação em Libras. O evento funcionará como um teste público, para avaliar as percepções e experiências dos participantes.
Produção e acessibilidade
O projeto é desenvolvido pela Com Acessibilidade Comunicacional e financiado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. Todo o material produzido será disponibilizado no YouTube, hospedado em QR Codes nos pontos culturais e entregue a órgãos como a Prefeitura do Recife, a Secretaria de Direitos Humanos e Juventude, a Secretaria de Cultura e a Secretaria de Turismo.
A primeira fase, realizada em 2024 com apoio da Lei Paulo Gustavo, produziu audiodescrições de seis locais históricos, como Marco Zero, Rua do Bom Jesus, Torre Malakoff, Rua Aurora, Teatro de Santa Isabel e Praça da República. Todo o conteúdo permanece disponível gratuitamente no site da Com Acessibilidade Comunicacional.
“A ideia do projeto surgiu da convivência com pessoas cegas ou com baixa visão, e da percepção de que a relação com a cidade era auditiva e espacial, mas faltavam referências visuais. Com a audiodescrição, é possível traduzir o espaço em palavras, permitindo que diferentes públicos compreendam detalhes arquitetônicos como dimensões, cores, materiais, formas e estética. É um trabalho detalhado, que envolve visitas técnicas, pesquisa, elaboração de roteiro, revisão, gravação e edição”, explica a audiodescritora, idealizadora do Visões Sonoras da Cidade e diretora-executiva da Com Acessibilidade Comunicacional, Liliana Tavares.
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