Governadora programa investimentos em áreas que poderão deixar o estado em condições de disputar novos investimentos em melhores condições.
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Na conversa que teve nesta sexta-feira (20) no Passando a Limpo, da Rádio Jornal comandada pelo comunicador Igor Maciel, a governadora Raquel Lyra revelou que tem conversado com atores econômicos de vários países e estados sobre as razões que os levam a decidir onde fixam seus investimentos de modo a entender como encaixar Pernambuco.
Nos últimos contatos tratando de prospecções, disse a governadora, o nosso foco é entender quais as razões pelas quais se decide por um lugar ou por um outro lugar, disse a governadora. E o que eu percebo é que se parte muito mais firme com quem se faz um negócio quando não se está olhando apenas a empresa, negócio, valor de bolsa, valor de ação. Vale a conversa olho no olho. Quando o dinamarquês chega aqui, ele quer saber se você tem um governo sério que quer entregar resultados. Na China é do mesmo jeito.
Rever estratégia
Isso nos obrigou a rever estratégias para a gente se equipar tecnicamente para conversar com maior assertividade. Nós estamos firmando parceria com a Universidade Johns Hopkins através da Fundação Open Society, para fazer o mapeamento de toda a economia verde no mundo e o que eles procuram em lugares como o Brasil. Nós queremos estar nesse lugar. Mas sem entender o mecanismo, a gente não chega aos interlocutores que decidem.
A governadora citou a conversa que teve na China sobre sistemas metroviários e que, após uma semana, representantes da maior produtora de trens urbanos estavam aqui querendo vender seu sistema de metrô e ônibus elétricos como exemplo desse nível de interação.
Entender processos
Raquel, porém, diz que isso é apenas um exemplo de como é importante o gestor se equipar para entender os processos. “Desenvolver um sistema de transporte metropolitano nos ajuda a pensar sobre sua importância para a RMR. No nosso governo não se ganha licitação de véspera, pois isso é que tem muitas empresas interessadas em estar aqui, diz a governadora.
Mas ela se apressa em dizer que infraestrutura será o diferencial num eventual segundo governo. Quando fizemos a concessão da Compesa, o nosso pensamento foi o de que não se pode pensar no crescimento do estado sem ter água e sem ter tratamento de esgoto. Se você não tem água no lugar para investir, não tem conversas com investidores sérios.
“Nós conseguimos R$ 20 bilhões. Foi o maior leilão do ano passado na Bolsa de Valores de São Paulo, foi o maior leilão do Brasil, mas por que tivemos tantos interessados? Porque os atores leram o edital e viam a seriedade do processo”, insistiu.
Desatadora de nós
Ela também falou sobre o que espera de Suape nos próximos anos depois que resolveu o imbróglio de 15 anos por força de um desentendimento do estado com o Governo federal. O estado não cresce se ele não tiver o porto. Fizemos a dragagem do porto interno, externo Mas antes tivemos que ir ao Tribunal de Contas, conversar com o presidente da República, com os ministros da área para destravar processos.
Para Raquel Lyra, a capacidade de articulação com o presidente Lula tem feito a diferença para que os investimentos estejam acontecendo. A governadora afirmou que em 2025 o estado bateu o recorde de investimento em cima da receita corrente líquida. E que esse ano serão investidos mais de R$8 bilhões, fora a Compesa e o Porto Suape que vai ter um novo terminal de contêineres.
Confiabilidade
A governadora retoma a questão da importância da confiabilidade do gestor público com o investidor privado. “ Quando a gente analisa se eles querem investir de lá de fora para cá ou do Brasil para cá, precisamos demonstrar que dentro do Brasil e dentro do Nordeste brasileiro, nós somos o melhor estado. Deixar claro onde o governo está mais equipado para conversar de forma republicana.
Ele afirma que está trabalhando para garantir investimentos de infraestrutura, no hub logístico, na qualificação profissional da nossa população e na internacionalização da nossa economia, mas também deseja discutir como Pernambuco se apresenta.
Datacenters
E cita o debate sobre a atração de Datacenters. Nós estamos falando muito sobre isso dentro do governo. Mas eu não posso destinar toda a energia que temos na subestação de Suape II para Datacenters se ele não trouxer o valor agregado para cá. Investimento por investimento, o Laboratório Aché que ampliou seu parque em Suape é muito mais estratégico.
Segundo ela, o caso Aché é um bom exemplo já que ele usa o porto de Suape para trazer a mercadoria, os insumos e para usar o poder por cabotagem do terminal para espalhar sua produção pelo Brasil inteiro do medicamento que ele produz aqui.
Estrategicamente
Então, o governo tem de pensar estrategicamente sobre o que pensa em como usar os seus insumos estatais. Eu poderia falar com vários outros. Agora mesmo a Stellantis investiu R$ 13 bilhões para desenvolvimento de novas tecnologias. Esse é um parceiro estratégico para Pernambuco porque é um ator global. Pelo que ele vai atrair demais empresas para seu ecossistema.
Ele finalizou sua abordagem na entrevista a Rádio Jornal sobre investimentos em rodovias admitindo que parte deles só estarão concluídos a partir de 2027 destacando a rodovia BR-232 com a ampliação da duplicação até Belo Jardim e o projeto até Serra Talhada.
Arco completo
Quando a gente olha para o Arco Metropolitano, o primeiro trecho vem de Moreno até a BR-101, mas temos que entregá-lo completo.
“Nós prometemos fazer 5.000 km e gastar R$ 5 bilhões com estradas. Já fizemos 1.500 km, estamos em obras em 1.500 e estamos licitando muito em breve mais 1.500”, concluiu a governadora.


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