Vídeos produzidos com IA foram divulgados por rede de comunicação ligada ao PT para desmentir informações falsas sobre taxação do Pix
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Os grupos de WhatsApp mantidos pela rede de comunicação ligada ao PT lançaram vídeos produzidos com inteligência artificial (IA) para, ao mesmo tempo, desmentir informações falsas sobre a taxação do Pix e comparar com baratas as lideranças da direita que disseminaram informações distorcidas sobre esse sistema de pagamentos.
Um dos vídeos é baseado na mais recente tendência de uso da IA para tornar objetos inanimados em personagens raivosos que dizem como devemos interagir com eles.
A estratégia do PT transformou a logomarca do Pix em um boneco que, bravo, reclama de insinuações falsas sobre ele.
“Esse povo da extrema direita não me deixa em paz. Ficam mentindo dizendo que eu vou vigiar, que eu vou taxar, que eu vou acabar. Tá de sacanagem, né?”, diz a animação, em tom raivoso.
Outro vídeo espalhado por grupos de WhatsApp é sobre as “baratas da extrema direita” que “vivem no esgoto” e “saem voando e espalhando mentira”.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
O material usou inteligência artificial para criar imagens de usuários do Pix supostamente reais, em cenas cotidianas, sendo perseguidos pelas baratas.
“As baratas dizem que Pix da Ana e da Maria vai ser monitorado, que o governo tá de olho nelas. Isso é mentira”, destaca.
O vídeo é encerrado por uma narração sobreposta a uma imagem de duas mulheres matando as baratas com o “inseticida da verdade”.
“O Pix não é vigiado nem vai ser taxado. Quando o esgoto da extrema direita abre as baratas sempre tentam assustar o povo com fake news”, diz a mensagem.
O conteúdo é uma tentativa de responder publicação do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que novamente fez publicação com informações distorcidas sobre o Pix.
No vídeo publicado na semana passada, o parlamentar aparece dizendo que o governo passou a “monitorar suas transações no Pix” e que a medida teria sido tomada de uma forma “escondida” e “disfarçada” em uma instrução normativa publicada em agosto de 2025. “O Estado passou a olhar para o seu Pix como se fosse um dinheiro suspeito”, alega.
Como mostrou o Estadão Verifica, a regra mencionada por Nikolas não cria um monitoramento em tempo real de transações nem é exclusiva ou novidade para o Pix.
A instrução normativa faz com que fintechs e carteiras digitais tenham as mesmas obrigações que bancos tradicionais sempre tiveram. Todos precisam informar à Receita movimentações acima de R$ 5 mil, seja em Pix, transferências ou outras transações. Isso já ocorria desde a criação do Pix, em 2020.
O informe é feito semestralmente e a Receita não tem acesso a detalhes, como destinatário ou motivo da transação. Não há quebra de sigilo bancário.
Com a disseminação do novo vídeo de Nikolas Ferreira, a Receita Federal publicou uma nota na qual “orienta a população sobre fake news envolvendo Pix e tributação.”
“Mentiras desse tipo voltam a circular nas redes sociais com o objetivo de enganar as pessoas e atender aos interesses do crime organizado”, diz o texto.
O vídeo das baratas foi lançado na sexta-feira, 16, em grupos de apoiadores do PT, três dias após o vídeo de Nikolas Ferreira. No mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou adversários por espalhar informações falsas.
“A gente precisa enfrentar esse debate e não se acovardar diante das mentiras e fake news que essa gente faz todo santo dia. Eu não conheço ninguém que ensina uma coisa séria e tenha 4 milhões de seguidores. Mas, se o cara estiver falando bobagem, pode até ter 20 milhões. O Bolsonaro tinha 30 milhões”, afirmou.
A rede de comunicação do PT não tem, oficialmente, ligação com a comunicação institucional do Palácio do Planalto. Contudo, o Estadão já mostrou a interação entre as duas estruturas. Essa rede é composta por integrantes do Instituto Lula, da Fundação Perseu Abramo e de sindicatos.
Os grupos de WhatsApp mantidos pela rede de comunicação ligada ao PT lançaram vídeos produzidos com inteligência artificial (IA) para, ao mesmo tempo, desmentir informações falsas sobre a taxação do Pix e comparar com baratas as lideranças da direita que disseminaram informações distorcidas sobre esse sistema de pagamentos.
Um dos vídeos é baseado na mais recente tendência de uso da IA para tornar objetos inanimados em personagens raivosos que dizem como devemos interagir com eles.
A estratégia do PT transformou a logomarca do Pix em um boneco que, bravo, reclama de insinuações falsas sobre ele. “Esse povo da extrema direita não me deixa em paz. Ficam mentindo dizendo que eu vou vigiar, que eu vou taxar, que eu vou acabar. Tá de sacanagem, né?”, diz a animação, em tom raivoso.
Outro vídeo espalhado por grupos de WhatsApp é sobre as “baratas da extrema direita” que “vivem no esgoto” e “saem voando e espalhando mentira”.
O material usou inteligência artificial para criar imagens de usuários do Pix supostamente reais, em cenas cotidianas, sendo perseguidos pelas baratas.
“As baratas dizem que Pix da Ana e da Maria vai ser monitorado, que o governo tá de olho nelas. Isso é mentira”, destaca.
O vídeo é encerrado por uma narração sobreposta a uma imagem de duas mulheres matando as baratas com o “inseticida da verdade”.
“O Pix não é vigiado nem vai ser taxado. Quando o esgoto da extrema direita abre as baratas sempre tentam assustar o povo com fake news”, diz a mensagem.
O conteúdo é uma tentativa de responder publicação do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que novamente fez publicação com informações distorcidas sobre o Pix.
No vídeo publicado na semana passada, o parlamentar aparece dizendo que o governo passou a “monitorar suas transações no Pix” e que a medida teria sido tomada de uma forma “escondida” e “disfarçada” em uma instrução normativa publicada em agosto de 2025. “O Estado passou a olhar para o seu Pix como se fosse um dinheiro suspeito”, alega.
Como mostrou o Estadão Verifica, a regra mencionada por Nikolas não cria um monitoramento em tempo real de transações nem é exclusiva ou novidade para o Pix.
A instrução normativa faz com que fintechs e carteiras digitais tenham as mesmas obrigações que bancos tradicionais sempre tiveram. Todos precisam informar à Receita movimentações acima de R$ 5 mil, seja em Pix, transferências ou outras transações. Isso já ocorria desde a criação do Pix, em 2020.
O informe é feito semestralmente e a Receita não tem acesso a detalhes, como destinatário ou motivo da transação. Não há quebra de sigilo bancário.
Com a disseminação do novo vídeo de Nikolas Ferreira, a Receita Federal publicou uma nota na qual “orienta a população sobre fake news envolvendo Pix e tributação.”
“Mentiras desse tipo voltam a circular nas redes sociais com o objetivo de enganar as pessoas e atender aos interesses do crime organizado”, diz o texto.
O vídeo das baratas foi lançado na sexta-feira, 16, em grupos de apoiadores do PT, três dias após o vídeo de Nikolas Ferreira. No mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou adversários por espalhar informações falsas.
“A gente precisa enfrentar esse debate e não se acovardar diante das mentiras e fake news que essa gente faz todo santo dia. Eu não conheço ninguém que ensina uma coisa séria e tenha 4 milhões de seguidores. Mas, se o cara estiver falando bobagem, pode até ter 20 milhões. O Bolsonaro tinha 30 milhões”, afirmou.
A rede de comunicação do PT não tem, oficialmente, ligação com a comunicação institucional do Palácio do Planalto. Contudo, o Estadão já mostrou a interação entre as duas estruturas. Essa rede é composta por integrantes do Instituto Lula, da Fundação Perseu Abramo e de sindicatos.
/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/portaledicase.com/wp-content/uploads/2026/03/aries-1-4.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lava-loucas-910x611.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)




/catracalivre.com.br/portaledicase.com/wp-content/uploads/2026/03/aries-1-4.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)