Caso Master: PGR não vê crime em contrato da esposa de Moraes e arquiva apuração

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Caso Master: PGR não vê crime em contrato da esposa de Moraes e arquiva apuração



Procurador-geral afirmou que não há indícios materiais de pressão sobre Galípolo e que contrato de escritório da esposa do ministro é legal.

Por

JC


Publicado em 29/12/2025 às 21:25

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Com informações do Estadão Conteúdo

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinou o arquivamento do pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação, protocolada pelo advogado Ênio Martins Murad no dia 24 de dezembro, pedia a apuração de suposta pressão do ministro sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e questionava contratos da esposa de Moraes com o Banco Master.

Em sua decisão, assinada apenas três dias após o pedido, Gonet afirmou não identificar “elementos concretos ou indícios materiais” que sustentassem as acusações.

Suposta pressão no BC

O PGR destacou que tanto Moraes quanto Galípolo negaram a ocorrência de qualquer interferência indevida. Segundo Gonet, as reportagens que trouxeram o caso à tona baseiam-se em fontes anônimas, o que, protegido pelo sigilo da fonte, impõe “limitações intransponíveis à persecução estatal” por falta de provas materiais.



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