Seis dias depois do início do Arco Metropolitano, Estado faz leilão de concessão da Compesa com investimentos previstos de R$ 19,1 bi

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Seis dias depois do início do Arco Metropolitano, Estado faz leilão de concessão da Compesa com investimentos previstos de R$ 19,1 bi



A Compesa ficará responsável pela produção de água, assumindo os mananciais e fornecerá água à empresa ou empresas que vencerem o leilão

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A governadora Raquel Lyra que, no último dia 12, assistiu ao início das obras do Arco Metropolitano estará na Bolsa de Valores de São Paulo na manhã desta quinta-feira para participar do leilão de concessão da Compesa que prevê investimentos de R$ 19,1 bilhões da iniciativa privada para que, até 2033, 99% das residências da área concedida, que abrange 174 municípios mais Fernando de Noronha, estejam com abastecimento d’água e 90% com coleta e tratamento de esgoto, como determina o Marco Legal do Saneamento através da lei federal 14.026 aprovada em julho de 2020. Doze municípios, entre eles Palmares, Água Preta, Amaraji, Itambé e Inajá têm sistemas próprios de abastecimento e alguns devem aderir às novas regras após o leilão.

O valor da concessão foi estabelecido através de estudos feitos pelo estado junto com o BNDES no pressuposto de que esses recursos serão suficientes para a universalização pretendida. Quatro grupos, representando 8 empresas do setor, se habilitaram para participar do certame incluindo empresas como Angea, Pátria, Cymi Brasil e um consórcio entre Acciona e BRK Ambiental. O estudo feito pelo BNDES que balizou as decisões do estado manteve a Compesa, evitando sua privatização. Ela ficará responsável pela produção de água, assumindo os mananciais existentes e os que forem construídos daqui para a frente e fornecerá água à empresa ou empresas que vencerem o leilão, conseguindo remuneração suficiente para atuar de forma adequada. Do total a ser investido pelos vencedores, R$ 700 milhões serão dedicados de forma específica à produção de água.

A concessão será feita em dois blocos que, segundo o presidente do Conselho de Administração da Compesa, Alex Campos, “seguiram o modelo de regionalização previsto na Lei Complementar Estadual nº 455/2021 aprovada pela Assembleia Legislativa. O bloco 1 engloba 150 municípios e Fernando de Noronha e Bloco 2 reúne 24 municípios.” Para ele, “a presença de players globais de saneamento entre os grupos que participarão do leilão demonstra maturidade do projeto, adequada alocação de riscos e boa percepção de retorno sob o marco regulatório vigente”.



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