Decisões coincidiram com a ida da governadora a Brasília na terça para alguns compromissos, entre eles encontro com ministro da Casa Civil, Rui Costa
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“Jabuti não sobe em árvores”, diz a expressão popular quando algo inesperado aparece em determinado lugar ao qual só chegaria por iniciativa de alguém. Na área politica se fala muito em jabuti referindo-se a algum artigo acrescentado a uma lei sem que seus autores tivessem tomado conhecimento. Nos últimos dias, os meios políticos pernambucanos foram surpreendidos com duas decisões inusitadas: a primeira é a visita do presidente Lula a Pernambuco esta terça-feira para duas agendas com a governadora Raquel Lyra, e a segunda, o anúncio de apoio do prefeito de Caruaru, a terra da governadora, Rodrigo Pinheiro, à candidatura ao Senado do senador petista Humberto Costa.
As decisões coincidiram com a ida da governadora a Brasília na última terça-feira para alguns compromissos, entre eles um encontro com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que é seu amigo, torce por aproximá-la cada vez mais do presidente e a quem cabe definir as agendas do Lula, sobretudo viagens. No encontro com o ministro, ficou definido que o presidente estaria no estado esta terça para inaugurar a barragem de Panelas II, construída em parceria entre o Governo Federal e o Estadual e que esteve nas promessas de campanha da governadora. Já o apoio do prefeito caruaruense a Humberto ocorreu no gabinete do senador, assistido pela deputada estadual Rosa Amorim, do PT, que tem feito muitos elogios a Raquel e votado em seus projetos na Assembléia.
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Raquel e Humberto
Não é segredo para ninguém que Raquel e Humberto se admiram e já se encontraram algumas vezes tanto em Pernambuco quanto em Brasília. O apoio do prefeito de Caruaru ao senador, quando as chapas de 2026 ainda não estão formadas, é um sinal, como comentaram deputados governistas na Assembleia esta semana, que a governadora não se opôs à iniciativa do aliado e que, mesmo que não venha a ter o PT no seu palanque, caso o partido fique com o prefeito João Campos por conta de uma aliança nacional, ela verá com bons olhos uma vitória de Humberto na luta pela reeleição para o Senado.
Também se voltou a cogitar, em grupos do Governo e da Oposição na Alepe, a possibilidade do presidente ter dois palanques no estado em 2026. O ex-presisdente estadual do PT, deputado estadual Doriel Barros, que com o ex-prefeito João Paulo Silva e a deputada Rosa Amorim, estão na base da governadora na Assembléia voltou a se referir ao assunto esta quinta-feira: “defendo que tenhamos dois palanques da base do presidente Lula, tanto o de João Campos quanto o da governadora Raquel Lyra. Isso vai fortalecer a estratégia do nosso presidente, assim como a nossa estratégia eleitoral para a eleição do próximo ano”, afirmou.
Doriel e a tese dos dois palanques
Doriel afirmou que “a decisão final caberá ao PT. Sei que não é fácil de ser tomada, devido à importância significativa dos projetos eleitorais do prefeito João Campos, que desponta como candidato a governador, e da governadora Raquel Lyra, candidata à reeleição”.
Ele diz que Lula não pode perder votos no Nordeste e que conhece várias lideranças petistas algumas querendo ficar com Raquel e outras com João Campos. “Se você tem dois candidatos que podem ser da base do presidente Lula, isso é muito bom para ele”, concluiu.
Enquanto a definição não vem, tanto Raquel quanto João continuam mantendo estreito relacionamento com as lideranças que os apoiam. A governadora tem a bancada estadual do PT e o prefeito a direção do partido no Recife. Já parte da militância petista, que pregou o voto Luquel no segundo turno de 2022 votando em Lula e em Raquel quando o PSB não passou para o segundo turno, pode ser instalada a repetir o feito em parte, já que na época, a luta era de Raquel contra Marilia Arraes, prima de João Campos, mas agora é o próprio João, filho de Eduardo Campos que vai estar no radar.
Uma proximidade que vem da posse
Quanto a Lula e Raquel, os dois se aproximaram desde a posse e até agora o presidente tem ajudado no que pode a governadora. Houve um problema de bastidor quando o presidente veio a Pernambuco para uma agenda com Campos no Recife e outra na fábrica da Hemobrás em Goiana em agosto deste ano. Raquel não foi a Goiana porque tinha um encontro marcado no sertão com todas as lideranças políticas da região e foi representada pela vice Priscila Krause.
O gesto, mesmo explicável, foi visto como uma espécie de recado, uma vez que a agenda foi resolvida de última hora. Agora foi a própria governadora que marcou. João Campos vai estar presente? É possível que sim. Isso aconteceu outras vezes, mas agora o terreno é em Cupira, na inauguração da barragem, é da governadora e na Refinaria, ela também vai estar em evidência, pois a obra é estadual e fica no Complexo de Suape, administrado pelo Governo do Estado.
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