A NutriGen Clinic promove, nesta quinta-feira (27), às 19h, o painel científico “Seu DNA, seu tratamento: como a genética está mudando a medicina”, iniciativa da Endogastro Academy voltada à atualização de profissionais de saúde.
O encontro irá discutir como testes genéticos vêm sendo incorporados à prática clínica para orientar protocolos individualizados de cuidado.
Sobre o debate
A sessão será conduzida pela médica mineira Renata Martins, especialista em nutrologia e medicina de precisão, e terá mediação da nutricionista Maria Pimentel.
O debate deve abordar o uso de informações genéticas combinadas a fatores como ambiente, estilo de vida, histórico clínico e metas de saúde.
Segundo Renata, o avanço dos testes genéticos tem reforçado seu papel como ferramenta complementar na tomada de decisões clínicas, desde que interpretados dentro de um contexto mais amplo.
“Os testes genéticos ajudam o paciente a se conhecer melhor, mas o resultado só ganha sentido quando integrado à história clínica. Genética não determina destino, mas revela caminhos possíveis que podemos usar para personalizar o cuidado”, afirma.
A médica acrescenta que protocolos individualizados permitem ajustes que vão da alimentação a intervenções preventivas.
“A informação genética pode orientar desde alterações na dieta até monitoramentos específicos para órgãos com maior predisposição. É uma forma de trabalhar de maneira mais precisa e também mais humana.”
Para a nutricionista Maria Pimentel, a genética amplia a capacidade de compreender cada paciente.
“Os testes trazem dados valiosos sobre metabolismo, resposta a nutrientes e até características musculares. Quando usamos esse conhecimento com responsabilidade, construímos planos mais eficientes e adaptados às necessidades reais de cada pessoa”, diz.
O painel também vai tratar de aplicações práticas da genética na performance física, no emagrecimento e nas estratégias de longevidade, além de discutir limitações, custos e questões éticas relacionadas ao uso de dados genômicos.
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O que a genética pode e o que não pode fazer pela medicina
Para que serve
- Identificar predisposições genéticas para doenças
- Personalizar estratégias de treino, nutrição e suplementação
- Ajustar protocolos clínicos ao metabolismo individual
- Direcionar monitoramentos específicos mais cedo
- Apoiar decisões em medicina de precisão
O que não faz
- Não prediz o futuro de forma absoluta
- Não substitui exames clínicos convencionais
- Não serve como único critério de diagnóstico
- Não garante prevenção total de doenças
- Não dispensa acompanhamento profissional

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