Especialista Flávia Brito adverte que ataques de phishing cresceram 80% e utilizam IA Generativa para criar fraudes realistas e personalizadas
JC
Publicado em 10/11/2025 às 20:28
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A proximidade da Black Friday 2025 acende um severo alerta de segurança digital no Brasil. O período de compras, que movimenta bilhões no comércio eletrônico, está sendo intensamente explorado por criminosos. Dados recentes do setor de segurança digital indicam um crescimento de cerca de 80% nas tentativas de golpes de phishing no último ano, totalizando 553 milhões de detecções.
Com o volume financeiro elevado — o sistema Pix, por exemplo, movimentou cerca de R$ 130 bilhões na Black Friday de 2024 — e a pressa do consumidor em busca de ofertas, o cenário se torna propício para fraudes, sendo a categoria de celulares uma das mais visadas, concentrando 4% das transações suspeitas no e-commerce.
A evolução dos golpes com IA
A especialista em cibersegurança Flávia Brito destaca que a nova fronteira do crime digital é impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Segundo ela, os criminosos estão usando recursos de IA generativa para criar mensagens, sites e até vozes clonadas (deepfakes) que imitam perfeitamente comunicações oficiais de bancos e lojas.
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“As mensagens falsas deixaram de ter erros de português ou aparência amadora. Hoje, os criminosos produzem comunicações altamente personalizadas, com logotipos oficiais e linguagem convincente”, explica Flávia.
Ela alerta que essa sofisticação faz com que os consumidores baixem a guarda, caindo em armadilhas que comprometem dados pessoais e financeiros. A ameaça se estende ao mundo corporativo, com registros de golpistas que clonam vozes de executivos para solicitar transferências bancárias a equipes de finanças, caracterizando “uma nova era do crime digital”.
Dicas para compras seguras
Para evitar prejuízos, Flávia Brito reforça a necessidade de uma postura atenta e cautelosa. Suas principais recomendações incluem:
Verificar sempre se o endereço do site é legítimo.
Evitar clicar em links recebidos por e-mail, SMS ou redes sociais.
Realizar compras apenas em aplicativos ou sites oficiais, verificando a presença do cadeado de segurança (https).
Manter o antivírus sempre atualizado.
Desconfiar de promoções com descontos excessivamente altos (acima de 90%), pois os criminosos exploram a empolgação do consumidor.
A especialista conclui que o combate às fraudes depende de uma cultura de ciberconsciência. “Segurança digital não é apenas tecnologia, é comportamento. A informação é o melhor antídoto contra os golpes,” afirma, garantindo que a Black Friday pode ser segura se for encarada com atenção e responsabilidade.

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