Especialistas alertam que dor não é consequência natural do envelhecimento e defendem fisioterapia e hábitos ativos para preservar autonomia
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A dor crônica ainda é vista, por muitos, como parte inevitável do processo de envelhecimento, um equívoco que especialistas vêm trabalhando para desconstruir.
Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), entre 20% e 50% das pessoas idosas convivem com síndromes dolorosas, principalmente relacionadas a condições osteoarticulares e musculoesqueléticas.
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O estudo ELSI-Brasil apontou que 37% dos brasileiros com 50 anos ou mais relataram dor crônica até o fim de 2023.
A dor persistente, definida como aquela que dura mais de três meses, impacta todas as dimensões da vida.
“A dor crônica afeta negativamente a qualidade de vida, podendo gerar insônia, isolamento social, depressão, ansiedade e uso excessivo de medicamentos. É preciso entender que a dor não precisa ser uma consequência do envelhecimento. Hábitos de vida saudáveis são cruciais para a prevenção”, destaca o ortopedista Fernandes Arteiro, especialista em pé e tornozelo da Clifor Olinda.
Sedentarismo como gatilho para dor
O sedentarismo é um dos maiores fatores de risco para o surgimento e agravamento de dores.
“Os hábitos sedentários enfraquecem a musculatura de sustentação do corpo, levando ao surgimento de dores. Esse quadro costuma ser agravado pela obesidade”, afirma o ortopedista Márcio Crisanto, especialista em coluna da Clifor Olinda.
Fisioterapia, aliada na longevidade ativa
Mais do que tratamento, a fisioterapia se destaca como estratégia essencial de prevenção, contribuindo para força, mobilidade, equilíbrio e coordenação, pilares para manter autonomia e evitar quedas.
“A fisioterapia é um apoio relevante na saúde do idoso. De forma multidisciplinar, complementa intervenções que vão desde infiltrações para alívio da dor até cirurgias, quando necessárias”, explica Crisanto.
O cuidado preventivo também ganha espaço. Avaliações regulares podem identificar desalinhamentos, fraquezas musculares e padrões de movimento inadequados antes que evoluam para dor crônica.
“O idoso deve fazer fisioterapia mesmo sem sentir dor”, reforça Arteiro. “O principal objetivo é manter autonomia e independência, prevenindo rigidez, quedas e perda de mobilidade, permitindo que as atividades diárias sejam realizadas com mais facilidade e segurança”.


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